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Imagem referente a Menino pede presentão ao Papai Noel e ganha chuteira destruída

Menino pede presentão ao Papai Noel e ganha chuteira destruída

Na cabeça da criança, era o sonho de Natal que começava a se realizar depois de alguém “adotar” a carta endereçada ao Papai Noel dos Correios,...

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Por Diego Cavalcante

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Imagem referente a Menino pede presentão ao Papai Noel e ganha chuteira destruída

De repente, o carro dos Correios chega com um embrulho muito bem feito na casa do menino de 9 anos que enviou uma cartinha pedindo: “Querido Papai Noel, me chamo Jhon Lennon, tenho 9 anos e quero muito ganhar uma bola, uma chuteira 33/34 e uma camisa do Flamengo. Obrigado”. Mas, todos acabou em decepção total.

Na cabeça da criança, era o sonho de Natal que começava a se realizar depois de alguém “adotar” a carta endereçada ao Papai Noel dos Correios, uma tradição da empresa.

Dentro do embrulho, a surpresa era uma chuteira. Mas assim que tirou do pacote, o olhar foi caindo e adeus sorriso. Não porque o menino queria peças originais, de marcas caras, mas pela situação da chuteira, impossível de usar.

Quem adotou a carta de Jhon soube fazer o embrulho como profissional, mas não teve nenhuma sensibilidade com o presente. Além de um furo no bico da chuteira, os dois solados estão descolados, a cor desbotada e nem palmilha veio junto.

O papel colorido não resistiu aos rasgos entusiasmados do garoto, para ver logo o “presentão” que a mãe de 25 anos nunca poderia dar. De família simples, do bairro Cidade Morena em Campo Grande, Jhon é o mais velho da turminha reforçada por gêmeas de 7 anos, outra menina de 6 e um garotinho de 4.

Assim, a empolgação do flamenguista virou a primeira grande decepção com Papai Noel.

A mãe prefere não falar sobre o que ocorreu com o filho, mas a tia, Rose Mosa, 41 anos, motorista de aplicativo, solta o verbo.

“Imagina a tristeza da criança carente ganhar um tênis que só serve para colocar no lixo? Achei isso de muito mau gosto, maldade mesmo de quem fez. Se soubesse o remetente, devolveria com um agradecimento assim: Bom de ir pro lixo”, lamenta a tia.

O problema de dar uma resposta à altura, cara a cara, é que os presentes enviados aos Correios não têm remetente, são doações anônimas. As pessoas vão até lá, escolhem uma cartinha e as “adotam”. Depois, compram o presente, embrulham e voltam a entregar aos Correios para que chegue à casa das crianças.

“Isso é até um pecado… a criança abre o presente toda feliz e encontra isso, sem condição de uso. Fique indignada, achei um absurdo. A gente tem de botar isso aí (na imprensa), para não acontecer com outras crianças. Seria melhor que ele não tivesse ganhado”, alerta Rose, assim como aconteceu com os outros 4 irmãos, que não tiveram as cartinhas adotadas.

Apesar da condição dos presentes não ser responsabilidade dos Correios, a empresa informou que repassará o caso à avaliação da coordenação da campanha de Natal.

Fonte: Campo Grande News

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