Alckmin rebate Bolsonaro sobre caso Marcola: eu não era o governador

“Primeiro, isso foi em 2018. Quem pediu a transferência não foi ele, foi o MP-SP, quem autorizou também não foi ele, foi o TJ-SP. Eu não...

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Por Agência Estado

Em um rápido pronunciamento, o candidato a vice-presidente na chapa petista, Geraldo Alckmin (PSB), rebateu neste sábado o presidente Jair Bolsonaro (PL), que ontem durante debate perguntou ao candidato Luiz Inácio Lula da Silva sobre por que ele e o vice supostamente foram contrários à transferência do criminoso Marcola, líder do Primeiro Comando da Capital (PCC), para um presídio federal.

“Primeiro, isso foi em 2018. Quem pediu a transferência não foi ele, foi o MP-SP, quem autorizou também não foi ele, foi o TJ-SP. Eu não era o governador, e o (Sérgio) Moro no seu livro, na página 150, relata que recebe um whatsapp ou email do presidente Bolsonaro dizendo que não deveria ser feita a transferência, que ele estava preocupado, porque isso poderia criar problema com o governo federal e que ele era contra a transferência”, defendeu-se Alckmin. “Mentira em relação a mim, em relação a Lula, em relação à iniciativa e ainda, segundo o próprio Moro, ele (Bolsonaro) era contra a transferência”, acrescentou.

Ao lado do ex-presidente uruguaio Pepe Mujica, Lula, Alckmin e o candidato ao governo paulista Geraldo Alckmin (PSB) encerram neste sábado suas campanhas com um ato na Avenida Paulista. O local é simbólico para a esquerda, pois foi o palco de manifestações pelo impeachment de Dilma Rousseff (PT) e a favor do presidente Jair Bolsonaro nos últimos anos. Integrantes da campanha organizam uma passeata com estrutura de “desfile de carnaval”.

A ideia é dividir os apoiadores em “alas temáticas”, como democracia, trabalho e renda, esperança, saúde. Cada ala terá uma cor diferente e está sendo organizada por um movimento social, grupo ou partido. A ala da saúde, por exemplo, vestirá azul claro e terá referências a vacinas. Lula e Haddad devem desfilar em meio a pessoas de branco, para representar esperança.

A proposta de levar manifestantes de cores variadas – e não apenas vestidos com o vermelho característico do PT e da esquerda – é atrair indecisos e mostrar que há uma frente ampla de apoio a Lula, na véspera do segundo turno.

Amanhã, o petista vota em São Bernardo do Campo (SP) de manhã e faz um pronunciamento à noite, após a divulgação dos resultados, em hotel na capital paulista. O entorno do petista espera retornar à Avenida Paulista na noite de domingo para celebrar a vitória contra Bolsonaro.

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