
Justiça do Paraguai determina que Ronaldinho permaneça preso até que termine investigação
Como eles não têm raízes no Paraguai considera-se que há uma possibilidade de fuga, desta forma Ruiz Díaz decidiu pela permanência de Ronaldinho e Assis no...
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Por Redação CGN
Neste sábado, Ronaldinho e seu irmão compareceram perante a juíza Clara Ruiz Díaz para uma audiência. Embora sua defesa tenha apresentado um recurso contra a decisão do juiz Mirko Valinotti de negar a saída processual, a magistrada resolveu pela detenção preventiva do ex-astro de futebol e de seu irmão.
Como eles não têm raízes no Paraguai considera-se que há uma possibilidade de fuga, desta forma Ruiz Díaz decidiu pela permanência de Ronaldinho e Assis no Grupo Especializado.
Os dois acusados passaram a noite presos na Associação Especializada da Polícia Nacional, por resolução da Procuradora-geral, Sandra Quiñónez. Eles estavam algemados no momento da chegada à audiência, no entanto, Ronaldinho usava um pano rosa para cobrir os pulsos.
Até à tarde de ontem, parecia que o ex-jogador de futebol e seu irmão seriam beneficiados pelos agentes do Ministério Público encarregados da investigação.
Mas, em uma surpreendente mudança, o Júri de Julgamento de Magistrados (JEM) abriu uma investigação preliminar sobre as ações dos promotores Federico Delfino e Alicia Sapriza e isso endureceu a posição do juiz Mirko Valinotti, que recusou a saída processual.
A Procuradora-geral Sandra Quiñónez, não apenas retificou a posição dos promotores Sapriza e Delfino, como nomeou o promotor Omar Legal, da unidade de lavagem de dinheiro, como chefe do grupo de investigação.
Com informações do ABC Color.
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