Editora brasileira é furtada na Feira do Livro de Frankfurt

“No primeiro momento, passou todo tipo de coisa na minha cabeça, pensei em brigar, reclamar, mas, no fim das contas, é um prejuízo mais moral do...

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Por Agência Estado

Manhã do último dia 23, o editor João Varella, responsável pela Lote 42, se depara com o seu espaço vazio no estande brasileiro da Feira Internacional do Livro de Frankfurt, a principal do mercado editorial.

“No primeiro momento, passou todo tipo de coisa na minha cabeça, pensei em brigar, reclamar, mas, no fim das contas, é um prejuízo mais moral do que econômico”, conta o escritor, que teve todas as obras em exposição furtadas.

Cerca de 15 livros sumiram no último dia da feira, o mais importante, que é quando os alemães vão em peso para conhecer novos autores e títulos em exposição. “Foi a parte amarga de uma viagem doce. Falei com o pessoal da organização, e a explicação foi a seguinte: como os livros expostos não estão à venda, algumas pessoas podem gostar e simplesmente resolver levar. Me disseram que isso já aconteceu outras vezes aqui na feira de Frankfurt”, relata Varella, que ficou surpreso e não prestou uma queixa formal.

Entre os títulos que desapareceram, está Modo Avião, uma edição especial feita artesanalmente e projeto gráfico com desenhos coloridos de quase um metro de largura.

A editora Lote 42 foi uma das editoras que representou o Brasil na feira para mostrar os quadrinhos brasileiros, entre os títulos, o sanfonado Fachadas, do ilustrador Rafael Sica também foi levado. A Lote 42/Banca Tatuí recebeu o apoio do projeto CreativeSP para participar do evento.

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