Bolsas de NY fecham em forte alta, apesar de CPI além do esperado nos EUA

No fechamento, o Dow Jones subiu 2,83%, a 30.038,72 pontos, o S&P 500 ganhou 2,60%, a 3.669,91 pontos, e o Nasdaq avançou 2,23%, a 10.649,15 pontos....

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Por Agência Estado

As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta quinta-feira, 13, com papéis de energia e finanças liderando o avanço. O movimento se deu apesar do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) dos Estados Unidos vir acima do esperado pelo mercado. Para analistas, parte dos investidores considera que o núcleo inflação norte-americana pode ter alcançado seu pico.

No fechamento, o Dow Jones subiu 2,83%, a 30.038,72 pontos, o S&P 500 ganhou 2,60%, a 3.669,91 pontos, e o Nasdaq avançou 2,23%, a 10.649,15 pontos.

O CPI dos EUA avançou 0,4% em setembro, acima da alta de 0,2% prevista por analistas consultados pelo Projeções Broadcast. O núcleo do CPI também subiu, 0,6%, além da expectativa de 0,4%. Na esteira dos resultados, os índices acionários abriram no vermelho.

Ao longo da sessão, porém, o movimento se reverteu e Wall Street se firmou no azul. Na avaliação de Edward Moya, analista da Oanda, a virada se deu com investidores convencidos de que o núcleo da inflação deve começar a cair nos EUA. “A política monetária está rapidamente se tornando restritiva e isso sem dúvidas reduzirá a inflação”, afirma o analista, que prevê que tal reversão “não dure muito”.

A inflação mais alta consolidou apostas para altas de 75 pontos-base pelo Federal Reserve (Fed) no próximo mês. De acordo com monitoramento do CME Group, na marcação, 99,3% das apostas eram para aumento nessa amplitude. Casas de consultoria e bancos, como Oxford Economics e ING, também reiteraram tal projeção.

NO S&P 500, o setor de finanças foi o que mais subiu, com JPMorgan (+5,56%), Bank of America (+6,13%) e Citi (+5,17%), por exemplo. Papéis de energia, como Chevron (+4,85%) e ExxonMobil (+3,49%), também se destacaram, na esteira da alta do petróleo.

Também nesta quinta, a Netflix (+5,27%) lançou sua assinatura com propagandas, que custará a partir de US$ 6,99 por mês. Entre balanços, destaque para a BlackRock, cuja ação subiu 6,58%, após a gestora registrar lucro líquido de US$ 1,4 bilhão no terceiro trimestre deste ano.

Tanto o lucro quanto a receita da BlackRock apresentam queda em relação a igual período do ano passado, mas vieram acima das expectativas do FactSet.

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