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Robótica educacional desperta vocação para o futuro das profissões

Alunos desenvolvem soft skills e habilidades técnicas voltadas ao pensamento computacional...

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Por Redação CGN

Mais do que estimular o aprendizado envolvendo diversas áreas do conhecimento, a Robótica Educacional trabalha nos alunos valores e habilidades socioemocionais essenciais para que possam crescer e se desenvolver enquanto pessoas, além de prepará-los para os próximos desafios da vida envolvendo o mundo do trabalho.

Por meio da aplicação da metodologia STEAM, que integra conhecimentos nas áreas de Artes, Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática, os alunos, organizados em equipes, contam com o apoio de técnicos e mentores para construir robôs que devem ser programados para enfrentar os desafios em uma arena de competições.

Para o professor Marcioni Miguel Zini, do Colégio Sesi da Indústria em Cascavel, a robótica educacional tem uma vasta área de atuação, mas, de forma prática, é a ferramenta que mais aproxima teoria e prática para os seus alunos. “Aqui no Colégio trabalhamos com os kits Lego Mindstorms Education que possui peças que permitem construir projetos de engenharia mecânica da mais alta complexidade. Não é raro lermos notícias de engenheiros de grandes montadoras de veículos que desenvolvem seus projetos em kits da lego e após testes e análises produzem as peças em materiais metálicos para os carros”, conta o professor. “Os kits também acompanham partes eletrônicas e programáveis e é a partir desse ponto que nossos alunos aprendem sobre lógica e linguagem computacional; conhecimentos que são a base para as novas competências necessárias para a indústria 4.0”, acrescenta Marcioni.

Outro ponto fantástico da robótica educacional, segundo o professor Marcioni, está relacionado à interdisciplinarmente com as diversas disciplinas das áreas do conhecimento e nas áreas STEAM (artes, ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática). “Um exemplo disso é o que ocorre nas disciplinas de oficina tecnológicas, física e matemática, onde nossos alunos realizam montagem de robôs para solucionar problemas dessas áreas e a teoria e prática se encontram. A robótica educacional é ofertada pelos países que se destacam na educação e ficamos muito felizes pois nossos alunos também têm acesso a esses recursos”, afirma.

O SESI é o operador oficial dos Torneios de Robótica do Brasil, promovidos pela organização norte-americana FIRST

Com objetivo despertar o interesse de estudantes do Ensino Fundamental e Médio em áreas como matemática, ciências, tecnologia e engenharia, engajando a formação de novos líderes e inventores, os Torneios de Robótica dos quais os alunos dos Colégios Sesi participam, fazem parte de um programa criado pela organização norte-americana sem fins lucrativos FIRST (For Inspiration and Recognition of Science and Technology) e que tem o Serviço Social da Indústria (SESI) como operador oficial das competições no Brasil.  

Alunos em aula de robótica – Créditos – Sistema Fiep

“Este é um programa internacional de robótica que estimula e desafia os estudantes a buscarem soluções para problemas da sociedade moderna. Além disso, os alunos desenvolvem diversas habilidades comportamentais como trabalho em equipe e liderança, criam seus projetos de inovação, constroem robôs e aprendem sobre programação, de forma divertida e na prática”, explica Jacielle Feltrin Vila Verde Ribeiro, Gerente de Educação e Negócios do Sistema Fiep.

“O Festival Sesi de Robótica é um evento ímpar para os alunos e nós professores. Os alunos são estimulados para uma competir de forma saudável, onde o trabalho em equipe, a diversão e a comunicação com as demais equipes são valores fundamentais para se sair bem durante o campeonato”, acrescenta o professor Marcioni. “Além da robótica, os alunos são desafiados a buscar soluções inovadoras para problemas reais da sociedade. Acredito que o Festival Sesi de Robótica é uma forma perfeita de trabalhar habilidades emocionais e comportamentais, as chamadas soft skills, que são consideradas hoje habilidades decisivas para o mercado de trabalho”, completa.

Porta de entrada para a robótica, a First Lego League (FLL), desafia estudantes de 9 a 16 anos a projetar, construir e programar robôs com peças da LEGO para cumprir várias missões pré-definidas na mesa de competições. Já a outra categoria, conhecida como First Tech Challenge (FTC) é voltada para estudantes com idade entre 14 e 18 anos, que devem projetar, construir, programar e pilotar robôs de até 19kg utilizando tecnologia Android e uma variedade de níveis de programação baseada em Java e Blocks.

Robótica também inspira para a Comunicação

As equipes de robótica do Colégio Sesi Internacional de Londrina participam de competições como a Olimpíada Brasileira de Robótica e os campeonatos FLL e FTC da FIRST. Para Aryel Portes Dias Lopo, do 2º ano do Ensino Médio do Colégio Sesi da Indústria em Cascavel, a Robótica ajuda no desenvolvimento de habilidades para o trabalho em equipe, além de incentivar a pesquisa e a busca pelo conhecimento. “Na robótica eu costumo fazer as programações, é uma atividade que eu gosto bastante, me mostra aptidão em alguma área relacionada a tecnologia e informática; muitos pedem minha ajuda sobre esse assunto, o que me faz querer aprender mais para transmitir, então penso que estudar algo relacionado à comunicação seja bom”, conta.

Campeonato F1 in Schools também faz parte da Robótica Educacional do Sesi

Além das competições da First Lego League, a Robótica Educacional do Sesi conta ainda com o Campeonato F1 in Schools, projeto internacional realizado pela própria Fórmula 1, com objetivo de estimular jovens estudantes, entre 9 e 19 anos, a projetar, modelar e testar um protótipo de carro de Fórmula 1 para competir em pistas de miniatura. Impulsionados por cilindros de dióxido de carbono, os carros podem chegar a 80 km/h em menos de um segundo.

Na última edição do Festival Sesi de Robótica, realizada no mês de maio deste ano no Pavilhão da Bienal, em São Paulo, a equipe Takion Escuderia do Colégio Sesi Internacional de Foz do Iguaçu se destacou e conquistou o 3º lugar na classificação geral da competição para a modalidade F1 in Schools, além do 1º lugar na corrida mata mata e prêmio de Carro Mais Veloz da competição.

Os alunos desenvolveram o protótipo de um carro de Fórmula 1 denominado ‘Flecha Sobre Rodas’. “Tentamos fazer o nosso carro o mais leve e o mais esguio possível, como se fosse uma flecha sobre rodas; ou seja, ele corta o vento mais rápido que uma flecha”, explica Giula Demarchi, que atuou como diretora de Design e Engenharia da equipe.

Competindo com outras 40 equipes de diferentes escolas em todo o país, os alunos do Colégio Sesi Internacional mostraram, na prática, como a robótica é capaz de aproximar os jovens do mercado de trabalho.

Colégios Sesi na Região Oeste do Paraná estão com matrículas abertas

Para conhecer de perto as atividades envolvendo a Robótica Educacional e saber como essa iniciativa pode despertar vocações para o futuro das profissões, faça uma visita nas unidades dos Colégios Sesi da Indústria e Sesi Internacional, na Região Oeste do Paraná, conforme contatos abaixo.

Cascavel | Colégio Sesi da Indústria

Ensino Médio

(45) 3220-5400 | (45) 98809-6688

Rua Dr. Heitor Stockler de França, 161 – Jardim Maria Luiza

Foz do Iguaçu | Colégio Sesi Internacional Trilíngue

Ensino Médio Trilíngue

(45) 3576-8600 | (45) 35768604

Informações e Matrículas: Unidade do Sistema Fiep – Rua Perdigão, 58, Vila A Aulas: Parque Tecnológico Itaipu – Av. Tancredo Neves, 6731

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