Abel Ferreira prevê semifinal da Libertadores tão dura como empate com Fluminense

“Não gosto muito de falar de favoritismo, sou muito pragmático. O negócio se resolve dentro das quatro linhas. Vamos ter de estar alertas, vai requerer de...

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Por Agência Estado

O técnico Abel Ferreira evita falar em favoritismo na semifinal da Libertadores entre Palmeiras e Athletico Paranaense. Depois do empate por 1 a 1 com o Fluminense, pelo Campeonato Brasileiro, o time alviverde começa a decidir uma vaga na final continental na terça-feira, em Curitiba. Mas o treinador vê similaridades entre os dois confrontos.

“Não gosto muito de falar de favoritismo, sou muito pragmático. O negócio se resolve dentro das quatro linhas. Vamos ter de estar alertas, vai requerer de nós o máximo, foi o que o Fluminense fez aqui. Em um jogo só, tudo pode acontecer”, afirmou o treinador em entrevista coletiva no Maracanã.

Ferreira afirma que, entre os quatro fatores que considera importante numa partida – físico, técnico, mental e tático – o Palmeiras esteve abaixo da condição ideal em duas delas no Rio: técnico e mental.

“Acho que teve um fator mental: ficamos com medo de ganhar o jogo. Esta é minha opinião. Na nossa parte, mais medo do que coragem”, disse Abel Ferreira. “Não tivemos qualidade técnica na conclusão. Nossa equipe, sobretudo com a bola, não esteve bem tecnicamente. Não vamos jogar sempre bem. O resultado foi bom”, prosseguiu.

O treinador avalia que o Fluminense atuou melhor no segundo tempo no Maracanã. “Cada jogo é um jogo, temos de procurar em cada jogo dar nosso melhor. Hoje (sábado) o adversário foi bem mais agressivo, os dados estatísticos dizem isso, até pelo número de faltas que faz. É um time com muita posse, dá espaço no corredor contrário, e não tivemos calma e tranquilidade para tomar a melhor decisão e estar no nosso melhor nível”, comentou.

Para o jogo em Curitiba, o treinador não poderá contar com Danilo e Scarpa, expulsos nas quartas de final diante do Atlético Mineiro. Ferreira destaca a ascensão do rival paranaense nos últimos anos. “Quando chegam a essa fase da competição, as equipes têm qualidade. E qualidade não só com a bola. Qualidade na estratégia, no padrão de jogo. Queremos estar na final. É um rival que tem crescido muito, tem estado nas finais, ganhou. A história recente é muito forte”, reconhece.

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