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© Wander Roberto/Inovafoto/CBV/Direitos Reservados

Brasil estreia contra Cuba nesta sexta no Mundial de vôlei masculino

“Cada jogo será muito duro, uma pedreira atrás da outra. Mas confio na força deste grupo, ganharemos mais confiança a cada jogo. É uma honra vestir......

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Por CGN

© Wander Roberto/Inovafoto/CBV/Direitos Reservados

Uma seleção brasileira masculina renovada estreia na manhã desta sexta-feira (26) no Mundial de Vôlei Masculino com a missão de buscar o tetracampeonato. A primeira partida será contra Cuba, às 6h (horário de Brasília), em Ljubliana (Eslovênia), pelo Grupo B. O Brasil foi finalista nas últimas cinco edições: levantou a taça em 2002, 2006 e 2010, e foi vice-campeão em 2014 e 2018, ao perder para a Polônia, a outra sede do Mundial este ano.  

“Cada jogo será muito duro, uma pedreira atrás da outra. Mas confio na força deste grupo, ganharemos mais confiança a cada jogo. É uma honra vestir a camisa do Brasil, ainda mais em um momento tão importante como um Mundial. Já disputei três nas categorias de base, mas agora será uma experiência única. O frio na barriga estará presente, até porque jogar voleibol é o que nos faz sentir bem”, disse o central Flávio, terceiro bloqueador mais eficiente durante a Liga das Nações, em depoimento à Confederação Brasileira de Vôlei (CBV).

Além de jovens talentos, Dal Zotto mesclou o time com atletas experientes, entre eles o campeão olímpico Wallace, que suspendeu temporariamente a aposentadoria – iniciada em agosto do ano passado – para reforçar a seleção na função de oposto. Outros pesos-pesados também entrarão em quadra no Mundial: o levantador Bruninho; os ponteiros Lucarelli, Leal e Adriano, os centrais Lucão e Isaac; e os líberos Thales e Maique.

“Entro motivado em qualquer campeonato que dispute com a seleção. No caso do Mundial, essa vontade é ainda maior, pois bati na trave nos dois que disputei (foi prata em 2014 e 2018). Buscar esse ouro é uma motivação grande, mas temos que pensar um passo por vez. Não vai faltar vontade de vencer”, diz Wallace, de 35 anos, que substituirá Alan, lesionado, durante a Liga das Nações. “O que me fez aceitar o convite para disputar este Mundial foi a necessidade de um pouco mais de experiência para a posição. Não poderia dar as costas para a seleção neste momento. Foi essa a conversa que tive com o Renan, Me coloquei à disposição caso fosse necessário”, completou.

Fonte: Agência Brasil

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