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Morre monitor do cadeião de PG baleado acidentalmente por colega

O monitor de ressocialização prisional Adriano Luiz de Silveira, de 43 anos, morreu na manhã desta quinta-feira (18) vítima de disparo de arma de fogo. Ele estava internado desde segunda-feira (15) no Hospital Universitário de Ponta Grossa. O local do velório e horário do sepultamento ainda serão divulgados pelo Serviço Funerário Municipal. Adriano é irmão do vice-diretor do Departamento de Polícia Penal do Paraná, Luiz Francisco Silveira....

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Por CGN 1

Um documento obtido com exclusividade pelo Portal aRede, ressalta que na segunda-feira, na Rua Manon, na Colônia Dona Luiza, Silveira e outros dois homens identificados pelos nomes de Mateus Leachenki e Alessandro Cardozo Apem, decidiram disparar tiros numa placa de sinalização de trânsito. Os três estariam embriagados e tinham acabado de sair de um bar, na região.

Segundo relatos de Mateus, feitos à autoridade policial, Silveira lhe passou a arma para que ele desse o primeiro tiro. Em seguida, Apem fez o segundo disparo. Conforme Mateus, no momento em que Apem foi repassar a arma para Silveira, ocorreu o disparo acidentalmente, atingindo o policial penal na altura do tórax. 

Alessandro tentou ligar para prestar socorro ao policial penal, contudo não conseguindo saiu do local nervoso e assustado. Uma equipe da PM foi até a residência dele e não o localizou. Na sequência, no local onde ocorreram os disparos, os policiais militares apreenderam uma pistola Taurus com quatro cartuchos intactos marca CBC e um estojo. Os policiais também encaminharam à delegacia de Polícia Civil, como testemunha, Mateus Leachenki. O delegado de plantão instaurou inquérito para apurar os fatos.

NOTA DA REDAÇÃO

Pessoas ligadas ao Departamento Penal Penitenciário do Paraná (Deppen), procuraram a Redação do Portal aRede/Jornal da Manhã, para esclarecer que ao contrário do informado pela PM, Adriano Luiz de Silveira não é policial penal e não faz parte do quadro de funcionários efetivos da Penitenciária Estadual de Ponta Grossa. Adriano exercia a função de monitor de ressocialização prisional e era funcionário de uma empresa contratada pelo Estado, para prestar serviços no Presídio Hildebrando de Souza.

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