
Menino é alvo de agressões e ofensas racistas em escola de PG
Um aluno matriculado em Ponta Grossa alega ter sido alvo de agressões e ofensas racistas no decorrer desta semana. Os casos teriam ocorrido nas dependências de uma escola da cidade. Em entrevista concedida ao Portal aRede e Jornal da Manhã nesta sexta-feira (12), o pai da vítima detalhou a situação e condenou a apuração dos fatos por parte da instituição. ...
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Por CGN 1
Segundo o responsável, o filho relatou as primeiras agressões físicas e verbais na segunda-feira (8). Um aluno teria segurado o menino pelo pescoço e o chamado de ‘macaco’, ‘preto’, ‘cabelo de bombril’, entre outras ofensas de cunho racista. O pai afirma ter entrado em contato com a escola, em busca de uma solução. Ele alegou não ter recebido retorno, em um primeiro momento.
Na terça-feira (9), após ausência de resposta, o pai procurou expor o caso para veículos de imprensa. No mesmo dia, ele foi chamado para comparecer na sede da Secretaria de Educação, onde ficou definido que os responsáveis seriam identificados para que fossem tomadas as medidas cabíveis. O menino ficou dois dias sem ir para a aula, pois estava com medo de novas agressões.
Desdobramentos
O responsável relatou que a criança voltou para a escola na quinta-feira (11). Neste dia, o menino teria sido abordado por três alunos no banheiro. Enquanto dois o imobilizaram, o outro teria aplicado socos na barriga da vítima. Posteriormente, o menino foi jogado no chão, momento em que bateu a cabeça. Na sequência, ele afirma ter relatado o ocorrido para uma professora. Horas depois, quando foi encher a garrafinha de água, o menino foi abordado por um dos supostos agressores, que deu um tapa e voltou a ameaçar a vítima.
Ainda durante a entrevista, o pai da vítima afirmou não concordar com a maneira que a escola conduziu a situação. “Faz parecer que nós é que estamos errados em denunciar toda essa situação e exigir providências. Sentimos um certo descaso por parte de algumas pessoas”, disse. A reportagem solicitou um posicionamento da Escola e da Secretaria Municipal de Educação de Ponta Grossa. Até a publicação, não houve retorno. O caso segue sem solução. O pai afirma ter buscado orientações junto ao Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolecente Vítimas de Crimes (Nucria).
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