
Farmacêutico clínico pode contribuir para saúde da família
Poliquesi foi buscar a formação e se graduou em Farmácia em 2002, podendo, finalmente, dar a orientação e o acolhimento que julgava serem necessários aos clientes......
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Por CGN
“Mas, enquanto empreendedor, sentia a falta de um profissional para atender os clientes da forma que eu gostava, dando atenção individualizada para cada pessoa que precisasse”, conta.
Poliquesi foi buscar a formação e se graduou em Farmácia em 2002, podendo, finalmente, dar a orientação e o acolhimento que julgava serem necessários aos clientes de sua loja. Após mais de 23 anos à frente do negócio, decidiu passar o ponto, mas ele ficou pouco tempo longe do balcão.
Atenção e acolhimento
O trabalho desse profissional é ser mais do que alguém habilitado para recomendar e vender remédios, mas é uma pessoa que vai auxiliar aqueles que necessitam de mais atenção e chegam à farmácia cheios de dúvidas.
Foi assim com a depiladora Maria Verônica Garcia e Silva, de 61 anos. Em setembro de 2021, sentindo um desconforto, resolveu ir à farmácia e, ao ser atendida por Poliquesi, foi constatado que a pressão dela estava alta.
“Eu nem sabia que tinha pressão alta e estava quase infartando. O Maurício me encaminhou para o cardiologista ao aferir minha pressão e ver que ela estava em 19 por 8”, relembra. Com remédios controlados, a amizade e o respeito entre os dois permanecem até hoje. “Se não fosse por ele, eu não estaria viva”, diz Maria Verônica.
“Temos 134 atividades farmacêuticas que podemos exercer ligados aos cuidados com o paciente”, explica Poloquesi. “Atuamos na orientação posológica dos medicamentos, interações medicamentosas, acompanhamento da eficácia terapêutica prescrita, aplicação de vacinas, aplicação de injetáveis, aferição de pressão arterial, exames remotos laboratoriais”.
Fonte: Agência Brasil
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