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© Breno Esaki/Agência Saúde

Mortes de adolescentes caem em fase crítica da terceira onda de covid

A amostra final avaliada somou 408.120 registros de mortalidade, com 0,34% (1.407 óbitos) em menores de 18 anos e 64,6% (263.771) em adultos com 60 anos......

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Por CGN

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Conforme a pesquisa, os resultados se repetem em junho de 2022, na vigência da quarta onda de contágios, e o motivo identificado é a falta de acesso das crianças à vacinação. “O padrão de aumento da morte de crianças se repetiu e foi de 82% naquelas de 2 a 4 anos e de 54% nas crianças com até 1 ano. Portanto, nas crianças, as taxas de mortalidade foram iguais ou piores do que em fases anteriores da epidemia, contrapondo-se ao registro de queda consistente e forte dos adultos, reforçando não só a efetividade da vacina contra covid-19, mas também a importância do seu uso oportuno e massivo”, completou Orellana, um dos autores do estudo.

A amostra final avaliada somou 408.120 registros de mortalidade, com 0,34% (1.407 óbitos) em menores de 18 anos e 64,6% (263.771) em adultos com 60 anos e mais. “Observaram-se padrões opostos na mortalidade por covid-19 no Brasil, com crianças majoritariamente não vacinadas, ou insuficientemente protegidas pela vacinação em massa, de um lado, e apresentando taxas de mortalidade iguais ou maiores do que em fases anteriores da epidemia e, de outro, consistente e forte padrão de queda em indivíduos incluídos na campanha nacional de vacinação”, comentou.

O estudo foi assinado também pelos professores Lihsieh Marrero, da Escola Superior de Ciências da Saúde, no Amazonas, e Bernardo Lessa Horta, da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Pelotas, no Rio Grande do Sul (RS).

A Fiocruz informou que o artigo Mortalidade por Covid-19 no Brasil em Distintos Grupos Etários: Diferenciais entre Taxas Extremas de 2021 e 2022 foi aceito para publicação e em breve estará disponível na íntegra, na revista Cadernos de Saúde Pública da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/ Fiocruz).

Fonte: Agência Brasil

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