
Residência de Darcy Ribeiro em Maricá será transformada em casa-museu
A previsão de entrega das obras pela Companhia de Desenvolvimento de Maricá (Codemar) é no fim deste ano. O centenário de Darcy Ribeiro será comemorado em outubro......
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Por CGN
A casa do antropólogo Darcy Ribeiro, situada na Rua 119, em Cordeirinho, região litorânea de Maricá, na Região dos Lagos, vai passar por processo de revitalização, a ser iniciado nos próximos dias, para ser transformada em casa-museu e museu digital. As obras incluem um anexo no terreno ao lado, com auditório, biblioteca e cafeteria.
A previsão de entrega das obras pela Companhia de Desenvolvimento de Maricá (Codemar) é no fim deste ano. O centenário de Darcy Ribeiro será comemorado em outubro próximo.
Idealizada originalmente por Oscar Niemeyer, a construção vai receber agora projeto do arquiteto Gringo Cardia. Solenidade realizada na última sexta-feira (1º) marcou o início do projeto.
Cultura
Segundo o prefeito de Maricá, Fabiano Horta, a Casa de Darcy Ribeiro integra conjunto de ações que visam a resgatar o valor da cultura deixada por personalidades que frequentaram a cidade, como Beth Carvalho, o jornalista João Saldanha e a cantora Maysa, além do próprio antropólogo. “É muito importante deixar vivo esse legado. Aqui, vamos ter muita interatividade para atrair cada vez mais pessoas, que virão conhecer e se inspirar no seu exemplo”, afirmou Horta.
O presidente da Codemar, Olavo Noleto, disse que a revitalização da casa vai consolidar Maricá como um lugar no mundo a ser visitado. “Esse espaço vai sediar a história e o espírito desse homem, que nos deixou o legado de uma das maiores obras já escritas no Brasil. Para nós, é um grande orgulho fazer parte dessa história. Com as outras casas-museu que estão a caminho, como as de Beth Carvalho e de Maysa, Maricá vai se transformar em grande museu a céu aberto”.
Darcy Ribeiro nasceu em Montes Claros (MG), em 26 de outubro de 1922, e morreu em Brasília, DF, em 17 de fevereiro de 1997. Foi eleito em 8 de outubro de 1992 para a Cadeira nº 11 da Academia Brasileira de Letras (ABL), sucedendo a Deolindo Couto. Foi recebido em 15 de abril de 1993 pelo acadêmico Candido Mendes de Almeida.
Fonte: Agência Brasil
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