AMP
Imagens: Divulgação/TJSC

Juízes do PJSC buscam referências de unidade-modelo nos cumprimentos de sentença em MG

Na oportunidade, a comitiva catarinense avaliou que um dos aspectos de maior importância na aplicação do modelo mineiro é encontrar um sistema onde a vara de......

Publicado em

Por Tribunal de Justiça de SC

Imagens: Divulgação/TJSC

O modelo de operacionalidade das chamadas Centrais de Cumprimentos de Sentença (Centrase) da Justiça em Belo Horizonte (MG) foi observado de perto por um grupo de magistrados catarinenses e servirá de referência ao Poder Judiciário de Santa Catarina (PJSC). Em visita ao Foro de BH nesta semana, os juízes Marlon Negri (juiz-corregedor do Núcleo I-CGJ), Cláudio Eduardo Regis de Figueiredo e Silva (8ª Vara Cível da Capital) e Uziel Nunes de Oliveira (1ª Vara Cível de Joinville), bem como a assessora correicional do Núcleo II da CGJ, Dayane Cristina Tonielo, conheceram o funcionamento, o gerenciamento e a competência das Centrase Cível e Fazendária daquele Foro. Eles foram recepcionados pelo diretor do Foro de Belo Horizonte, juiz Chrystiano Generoso, na companhia de outros magistrados do TJMG.

Na oportunidade, a comitiva catarinense avaliou que um dos aspectos de maior importância na aplicação do modelo mineiro é encontrar um sistema onde a vara de execução e cumprimento de sentenças já possui especialização e padronização, favorecendo a eficiência, celeridade e segurança jurídica. “A experiência angariada junto ao tribunal mineiro, aliada à expertise tecnológica e elevada qualificação dos magistrados e servidores envolvidos no projeto no tribunal catarinense, contribuirá sobremaneira para o seu sucesso e para a efetivação dos direitos dos jurisdicionados, razão de ser da própria Justiça”, considerou o juiz-corregedor Marlon Negri.

Durante a visita, os juízes do PJSC observaram a quantidade de servidores e a estrutura necessária para a aplicação do modelo. “Foi muito importante para aplicar a experiência”, avaliou o juiz Uziel Nunes. Para o juiz Cláudio Eduardo Regis, a experiência beneficia diretamente a atividade-fim. “Acreditamos que é possível ajudar as demais unidades em prol do aumento da eficiência da Justiça e dos jurisdicionados”, observou. A Centrase Cível observada pela comitiva de SC foi criada em razão da elevada média mensal de distribuição e considerável acervo de feitos das Vara Cíveis da comarca de Belo Horizonte, além de cooperar com as 36 Varas Cíveis daquela comarca.

Fonte: TJSC

Veja Mais

Whatsapp CGN 9.9969-4530 - Canal direto com nossa redação

Envie sua solicitação que uma equipe nossa irá atender você.


Participe do nosso grupo no Whatsapp

ou

Participe do nosso canal no Telegram

Sair da versão mobile
agora
Plantão CGN
X