
Testemunha relata o que teria acontecido para “peladão” quase ter sido espancado
“Estávamos num ambiente superfamiliar, várias crianças e a proprietária grávida. O peladão chegou enrolado em uma manta correndo atrás da esposa dele e filho de no...
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Por CGN
Uma testemunha que presenciou toda a situação na qual um “peladão” quase foi espancado em Cascavel, procurou a CGN para contar o que presenciou na noite de ontem.
“Estávamos num ambiente superfamiliar, várias crianças e a proprietária grávida. O peladão chegou enrolado em uma manta correndo atrás da esposa dele e filho de no máximo 3 anos, falando que ia matar ela. Dessa forma, o proprietário do local prontamente deixou ela se abrigar no interior do estabelecimento. O peladão quebrou mesas, e ameaçou todos que estavam no local de morte. Até então não sabíamos se o cara estava com alguma arma, ou faca, pois estava enrolado numa manta”, relatou a testemunha sobre a chegada do “peladão” ao local, na esquina da Avenida Brasil com a Rua Marechal Cândido Rondon.
“Então todos recuaram e tentaram se proteger na parte cercada. Porém, ele tentou invadir o interior do estabelecimento alegando que ia matar a esposa. Nesse momento um pai de família interviu e segurou o portãozinho. Esse peladão deu um soco na cara do pai de família e rasgou a camiseta dele. Foi aí que os demais homens foram para cima, pois próximo dessa cena estavam várias criança vendo o que estava acontecendo”.
A testemunha disse que depois de agredir o homem, o “peladão” ainda tentou partir para cima de outras pessoas:
“O cara pegou cadeira e começou a jogar nos homens que estavam na parte externa (nesse momento ele já tinha quebrado quase todas as mesas, copos…). E ameaçou de jogar cadeira para o nosso lado (eu estava com meu filho de 2 anos no colo). Então, meu marido e os outros homens presentes que até já tinham levado cadeiradas partiram para cima dele com a intenção de segurar até a polícia chegar. Porém, ele fugiu. Simplesmente, uma tia dele passou com o carro e pegou ele no carro. A revolta foi maior ainda, pois queríamos que a polícia prendesse ele (ele ia matar a esposa e o filho). Mas uma tia achou que estava fazendo o certo e sumiu com ele”.
A CGN não conseguiu contato com o “peladão” nem com familiares dele, mas deixa o espaço aberto para que possam relatar sua versão sobre os fatos.
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