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Chega de violência: ato em repúdio ao feminicídio é promovido em Cascavel

Objetivo é unir famílias que perderam mulheres e falar sobre os casos que têm sido tão frequentes......

Publicado em

Por Mariana Lioto

Quantas mulheres ainda terão sua vida interrompida apenas por serem mulheres? Até quando as mulheres precisarão conviver com o medo? Para debater este assunto e pedir o fim da violência, um ato em repúdio ao feminicídio será realizado no próximo domingo (16) em Cascavel.

A organizadora, Isabelle Ianesko, comenta que foi a morte da dançarina Maria Glória Poltronieri Borges, de 25 anos, ocorrida em janeiro, em Maringá, que motivou a iniciativa. Maria Glória estava em uma cachoeira para passar um momento sozinha, se conectar com a natureza e rezar, quando foi brutalmente assassinada. Há sinais de violência sexual e tudo indica que mais de uma pessoa cometeu o crime.

“Há muito tempo os casos de feminicídio têm me revoltado, mas o dela me comoveu ainda mais pois me coloquei no lugar dela. É o tipo de atividade que gosto de fazer e ela morreu por causa disso, poderia ser eu”, comenta Isabelle.

O objetivo é reunir pessoas que sintam o mesmo medo ou a mesma indignação em um ato que ocorrerá em frente à prefeitura, a partir das 16 horas. Cada participante pode levar objetos que sejam simbólicos para um ato voltado a espiritualidade, que não terá vínculo a nenhuma religião em específico.

Isabelle também busca contato das famílias que perderam mulheres por feminicídio para que haja participação e homenagens.

As pessoas que desejarem ajudar na organização podem entrar em contato pelo 9.9981-2522 e todos estão convidados a participar.

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