EUA: desafio de Yellen é manter pressão contra Rússia e lidar com crises globais

A guerra entre Rússia e Ucrânia e as sanções resultantes impostas a Moscou vão pairar os encontros de ministros de Finanças do mundo inteiro no evento...

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Por Agência Estado

A Secretária do Tesouro dos EUA, Janet Yellen, e outras autoridades do país vão enfrentar nesta semana o desafio de manter a campanha de pressão contra a Rússia e, ao mesmo tempo, defender iniciativas para lidar com crescentes crises globais, como a da segurança alimentar.

A guerra entre Rússia e Ucrânia e as sanções resultantes impostas a Moscou vão pairar os encontros de ministros de Finanças do mundo inteiro no evento do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial, em Washington, nos próximos dias.

Ainda que tenham aproximado os EUA ainda mais de seus aliados, as sanções expuseram profundas diferenças no grupo das 20 maiores economias, o G-20, também integrado por Rússia, China e Índia.

Yellen deverá boicotar nesta semana algumas reuniões do G-20 que incluirão autoridades russas. Na semana passada, ela alertou contra o reforço de laços econômicos com a Rússia após as sanções, destacando particularmente a China.

Vice-secretário do Tesouro americano, Wally Adeyemo disse nesta segunda-feira (18) esperar que os EUA e aliados “tomem ações decisivas para impedir que países, empresas e indivíduos ajudem a Rússia a se esquivar de nossas sanções”.

Entre países que não aderiram aos esforços dos EUA contra a Rússia, Brasil, Índia e África do Sul também serão monitorados de perto pela Casa Branca, segundo analistas. Yellen terá encontro com o ministro de Finanças sul-africano nesta semana e Adeyemo se reunirá com o presidente do Banco Central brasileiro, Roberto Campos Neto. Junto com Rússia e China, Brasil, Índia e África do Sul fazem parte do G-20 e também integram um grupo informal de economias conhecido como Brics.

Yellen também se encontrará com o ministro de Finanças da Arábia Saudita, um membro do G-20 que colabora com a Rússia na produção de petróleo e tem rejeitado pedidos dos EUA de ampliar sua oferta desde a invasão da Ucrânia para ajudar a reduzir a pressão sobre os custos de energia globais. Fonte: Dow Jones Newswires.

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