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Toledo – Administração municipal e Sanepar fiscalizam interligação correta das redes coletoras

A intenção é coibir descartes irregulares, a canalização da água das chuvas na rede de esgoto; despejo irregular de águas de tanques, máquinas de lavar e......

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Por Prefeitura de Toledo

Com o intuito de melhorar as condições de saneamento em todo o município, a Secretaria Municipal do Desenvolvimento Ambiental e Saneamento (SMDAS) e o Departamento de Vigilância em Saúde, em conjunto com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), tem realizado frequentemente fiscalizações com o objetivo de verificar a execução correta das interligações dos imóveis à rede coletora de esgoto. Até o mês de março foram notificados 65 locais, com 27 vistorias.

A intenção é coibir descartes irregulares, a canalização da água das chuvas na rede de esgoto; despejo irregular de águas de tanques, máquinas de lavar e pias; fossas sépticas ainda em uso, entre outras situações desconformes. A fiscalização acontecerá em aproximadamente 592 locais em todo o município. “Este procedimento é essencial para prestação adequada de serviços de saneamento à população, garantindo assim proteção à saúde e ao meio ambiente, protegendo o interesse público e preservando-se as gerações e os recursos naturais”, destaca o secretário da SMDAS, Junior Henrique Pinto.

A boa receptividade da população, bem como a adoção das medidas e o entendimento da importância destas melhorias foi destacada pela tecnóloga em saneamento, Ana Paula Soares Berté. “Essas ações conjuntas entre Prefeitura e Sanepar são importantes, pois fazem valer uma reivindicação antiga da população referente às conexões ao esgoto, serviço que já é tarifado por meio da conta d’água e há previsão legal e exigência da correta ligação das construções à rede pública de coleta de esgoto sanitário, prevenindo as contaminações hídricas e do solo e a proliferação de doenças”.

Um item verificado durante as vistorias é a caixa de gordura, bem como sua manutenção. “É preciso realizar a limpeza correta, para que esteja sempre em pleno funcionamento. Uma caixa entupida pode ocasionar mau cheiro, retorno do esgoto para dentro de casa, escoamento lento do ralo da pia, transbordamento e proliferação de pragas. Em residências, é aconselhável que se realize a limpeza da caixa a cada seis meses e o descarte deve ser bem acondicionado para evitar vazamentos, sendo recolhido juntamente com o lixo orgânico”, explicou Ana Paula.

O secretário Júnior reforça que as ações referentes à fiscalização em saneamento básico buscam a sustentabilidade ambiental, atuando de forma educativa e aplicando sanções apenas em casos mais extremos ou quando não existe a resolução do problema.

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