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A Praça da Garça, no final da Av. Maringá, é uma das que receberam a cor azul. Foto: Londrina Iluminação

Monumentos de Londrina recebem iluminação especial para a campanha Abril Azul

A Prefeitura de Londrina está engajada na campanha “Abril Azul”, voltada à conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). As ações são realizadas anualmente em......

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Por Prefeitura de Londrina

A Praça da Garça, no final da Av. Maringá, é uma das que receberam a cor azul. Foto: Londrina Iluminação

Monumentos e pontos de visitação também marcam o “Abril Azul”. Foto: LI

A Prefeitura de Londrina está engajada na campanha “Abril Azul”, voltada à conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). As ações são realizadas anualmente em alusão ao Dia Mundial de Conscientização do Autismo, celebrado em 2 de abril.

Para marcar a iniciativa, o Município, por meio da Londrina Iluminação (LI), deu tons de azul à iluminação de monumentos, vias de trânsito e pontos de visitação da cidade. Entre outros locais, foram contemplados o Viaduto Édson de Jesus Deliberador (Av. Dez de Dezembro), Monumento “O Passageiro”, Concha Acústica, Biblioteca Pública Municipal, Cascata do Igapó, Praça da Garça, Monumento Bíblico e a Barragem do Lago Igapó. Esses pontos estão iluminados de forma especial desde a última segunda-feira (4).

Conforme a Organização Mundial de Saúde (OMS), uma em cada 160 crianças no mundo tem TEA. Apesar de suas dificuldades de interação social, os autistas fazem parte da sociedade e têm os mesmos direitos de todos. Conhecer sobre o tema é uma das formas encontradas para diminuir a discriminação.

De acordo com o Ministério da Saúde, o Transtorno do Espectro Autista é uma condição resultante de uma complexa desordem no desenvolvimento cerebral. Engloba o autismo, a Síndrome de Asperger, o Transtorno Desintegrativo da Infância e o transtorno generalizado do desenvolvimento não especificado. Acarreta, assim, modificações importantes na capacidade de comunicação, interação social e comportamento. A incidência em meninos é maior, sendo que a proporção é de quatro meninos para uma menina com o transtorno.

Para a Sociedade Brasileira de Pediatria, o TEA é um transtorno que se caracteriza também por comportamentos e/ou interesses repetitivos ou restritos. Esses sintomas configuram o núcleo do transtorno, mas a gravidade de sua apresentação é variável. E embora não haja cura, o diagnóstico e intervenções precoces podem alterar o prognóstico e suavizar os sintomas.

Diagnóstico precoce – O autismo pode ser identificado desde o primeiro ano de vida, embora seu diagnóstico geralmente se dê entre os 4 e 5 anos. Certas características, tais como dificuldade de interação social, dificuldade em se comunicar, hipersensibilidade sensorial, desenvolvimento motor atrasado, comportamentos repetitivos ou metódicos, podem indicar a presença do TEA.

Apesar de não possuir causas totalmente conhecidas, há relatos de determinados fatores que contribuem para que uma criança venha ao mundo com autismo, como estresse, exposição a substâncias tóxicas, desequilíbrios metabólicos, infecções e complicações durante o período de gravidez.

Apesar das dificuldades que um autista encontra para realizar algumas atividades, quando ele se foca em determinada prática consegue desempenhar suas funções com excelência e adquirir habilidades incríveis.

Texto: Marcelino Júnior, com informações da Organização Mundial da Saúde e Ministério da Saúde

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