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2º Fórum sobre Escolarização do estudante com T21 - Síndrome de Down. Curitiba, 21/03/2022. Foto: Lucilia Guimarães/SMCS

Curitiba – Fórum da Educação debate escolarização de estudantes com Síndrome de Down

Para debater e aprofundar o atendimento especializado prestado a esse público, nesta segunda-feira (21/3), Dia Internacional da Síndrome de Down, a Secretaria Municipal da Educação realizou......

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Por CGN

2º Fórum sobre Escolarização do estudante com T21 - Síndrome de Down. Curitiba, 21/03/2022. Foto: Lucilia Guimarães/SMCS

A rede municipal de ensino de Curitiba tem 133 crianças e estudantes com síndrome de Down nas turmas regulares da Educação Infantil e do Ensino Fundamental, além de outros 150 nas escolas de Educação Especial.

Para debater e aprofundar o atendimento especializado prestado a esse público, nesta segunda-feira (21/3), Dia Internacional da Síndrome de Down, a Secretaria Municipal da Educação realizou o 2º Fórum sobre Escolarização voltado a esses estudantes.

A secretária municipal da Educação, Maria Sílvia Bacila, destacou o acolhimento e o trabalho realizado na rede para qualquer estudante. “Os encaminhamentos pedagógicos necessitam cotidianamente de um pensar e um fazer mais inclusivo, para garantir o ensino condizente com as necessidades de cada um e fortalecer a aprendizagem e as potencialidades individuais”, explicou.

A diretora do Departamento de Inclusão e Atendimento Educacional Especializado, Gislaine Coimbra Budel, comentou que eles conquistaram espaços nunca antes sonhados. “Trabalhamos para oferecer sempre o melhor”, pontuou Gislaine.

O fórum, realizado no formato on-line, também contou com a participação de estudantes e suas famílias. A estudante Érica Mazur, da Escola Municipal Papa João XXIII (Portão), foi uma delas. Érica está cada vez mais independente. A mãe Jaqueline Mazur relatou que ela integra turmas regulares desde bebê. “Ela é muito tranquila, calma. A prioridade em casa é ela, e tem dado certo”, contou Jaqueline, lembrando que ela é atendida também em Centro Municipal de Atendimento Educacional Especializado (CMAEE). “Ela já fez terapias, hoje temos uma rotina mais tranquila e ela está muito bem”, completou.

A estudante Melyssa Vitória Ribeiro, da Escola Municipal Elza Lerner (no Cajuru), gosta de interagir com os colegas. Segundo a diretora da unidade, Jane Aparecida Higa, ela é bem comunicativa e gosta de participar das atividades.

A rede oferece 15 modalidades de atendimento oferecidas a estudantes em processo de inclusão, o que inclui crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades/superdotação, síndrome de Down, comprometimento motor, Transtornos Funcionais Específicos, entre outros.

Presenças

Participaram a superintendente de Gestão Educacional, Andressa Pereira; o superintendente Executivo, Oséias Santos de Oliveira; as gerentes do DIAEE Ivana Pinotti (Inclusão); Flavia Fernanda Majcher Cardoso (Cooperação e Encaminhamentos Especializados); além de professores das unidades eucacionais.

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