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Fotos: Reprodução / Instagram: @trapaluca

“Ela é minha luz”, diz pai gay após adotar menina com Síndrome de Down que foi rejeitada por 20 famílias

Por meses, ela foi transferida para diversos lares adotivos, mas jamais se adaptou. Como resultado, Alba foi rejeitada por ao menos 20 famílias até conhecer Luca....

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Por Deyvid Alan

Fotos: Reprodução / Instagram: @trapaluca

A pequena Alba, hoje com 5 anos, nasceu com síndrome de Down. Infelizmente, seus pais biológicos não aceitaram sua condição e a abandonaram em um orfanato.

Por meses, ela foi transferida para diversos lares adotivos, mas jamais se adaptou. Como resultado, Alba foi rejeitada por ao menos 20 famílias até conhecer Luca.

O italiano Luca Trapanese, de 41 anos, sempre quis adotar uma criança. Após muito procurar, encontrou Alba, e se apaixonou por ela à primeira vista.

Luca é solteiro, gay, católico praticante e desde a adolescência se voluntaria em causas humanitárias, principalmente em abrigos e orfanatos que cuidam de crianças rejeitadas por terem alguma doença ou síndrome grave.

Quatro anos após tomar a decisão que mudou sua vida, Luca não poderia ter se tornado um pai mais amoroso do que é para com Alba.

O primeiro encontro de Luca e Alba foi uma coisa meio do acaso. O italiano tinha acabado de sair de um relacionamento sério com o namorado e Alba foi colocada para adoção pela mãe biológica. Quando se conheceram, essa garotinha já havia sido rejeitada por 20 famílias adotivas. Em julho de 2017, Luca correu para resgatá-la.

Agora os dois são realmente inseparáveis. Luca sonhava em ser pai há muito tempo, mas ser gay e solteiro parecia ser um grande desafio na hora de adotar perante à Justiça.

Alba tem 5 anos agora, e sua vida em sua pequena família tem sido repleta de momentos incríveis. Luca aceita a paternidade como o papel de uma vida. “Fui feito para ser pai!”, afirma o italiano em inúmeras entrevistas.

Aos pais que querem adotar no futuro, Luca aconselha: “Adotar uma criança é a coisa mais gratificante que você pode fazer. Você tem que fazer essa escolha conscientemente e com plena consciência, sem olhar para trás. Ser pai é uma vocação.”

Com informações: La Gazzeta Dilucca

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