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Região gera mais de 8,1 mil vagas de emprego em 2021

Região contribuiu com quase 5% no saldo total da geração de emprego no Estado do Paraná em 2021. Das 27 cidades, apenas uma teve saldo negativo...

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Por CGN 1

Entre as 27 cidades dos Campos Gerais, 26 abriram novas oportunidades de trabalho em 2021 e tiveram saldo positivo na geração de emprego, ou seja, registraram mais contratações do que demissões no mercado de formal, com carteira assinada. Somados os resultados do emprego de cada um desses municípios, os Campos Gerais criaram 8.158 vagas de trabalho nos 12 meses de 2021, valor que representa quase 5% de todo o saldo paranaense, que foi de 172.636 vagas criadas no ano. Os números são de um levantamento realizado pela reportagem do Portal aRede e Jornal da Manhã, com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados na semana passada.

Com esse crescimento, o total de habitantes da região empregados com carteira assinada, que era de 214.120 ao final de 2020, passou para 222.278 ao final de 2021, o que significa um aumento de 3,81% no estoque total de trabalhadores formais. Em números absolutos, a cidade que mais criou vagas foi Ponta Grossa, com 1.060 novas oportunidades. Com isso, a cidade passou a contar com 92.366 empregados formalmente no mercado de trabalho, com aumento de 1,16% no estoque de trabalhadores no ano passado. Esse desempenho, proporcional ao do número de trabalhadores, foi o segundo pior, ou seja, entre os que criaram oportunidades foi o que apresentou a menor taxa de crescimento.

Depois de Ponta Grossa, as cidades que mais criaram novas vagas, em números absolutos, foram Telêmaco Borba, com 962 novas oportunidades; Castro, com 922; Jaguariaíva, com 861; Prudentópolis, com 769; e Sengés, com 525. Depois apareceram Palmeira, com 501; Arapoti, com 498; Imbituva, com 437; Reserva, com 382; Piraí do Sul, com 317; e Irati, com 300. As que menos geraram vagas foram São João do Triunfo, com 96; Guamiranga, com 84; Fernandes Pinheiro, com 51; e Imbaú, com 16. A única cidade a ficar negativa em vagas foi Ortigueira, onde 1.340 vagas foram perdidas, reflexo da conclusão das obras da fase 1 do Projeto Puma II.

Proporcionalmente ao número de trabalhadores existentes, Curiúva foi a cidade que teve o maior crescimento no total de empregados com carteira assinada: o saldo de 202 inseridos representou um crescimento de 18,9% no estoque de trabalhadores, elevando o total de pessoas com carteira assinada de 1.069 para 1.271. Logo depois, como as cidades com os maiores crescimentos proporcionais ao número de trabalhadores, apareceram Ipiranga, com 16,67% (236 vagas criadas, elevando o saldo de 1.416 para 1.652); Guamiranga, com 16,18% (84 vagas, totalizando 603 trabalhadores formais, ante os 519 de 2020); e Ventania, com alta de 16,03%, com 261 novas vagas criadas (de 1.628 trabalhadores formais para 1.889).

 

Ortigueira caiu três posições no ranking

As cidades que possuem o maior número de trabalhadores formais são Ponta Grossa, com 92.366; Telêmaco Borba, com 18.836; e Castro, com 17.182 (vide tabela). As seis primeiras colocadas mantiveram as posições em relação a 2020. Já a nova sétima colocada é Palmeira, que com 7,5 mil trabalhadores, herdou a posição que era de Ortigueira. Esta última caiu da sétima para a 10º posição, e sendo assim, Imbituva e Prudentópolis ganharam uma posição, cada uma. Também houve uma inversão entre Tibagi e Reserva; entre Ventania e Rebouças, e entre Ipiranga e Ivaí. Imbaú também perdeu a sua 21ª posição para Curiúva.    | Foto: Fernando Rogala   

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