
PG tem recorde de negócios em 2022 com outros países
Total movimentado em janeiro foi de R$ 877,9 milhões. Exportações cresceram 64,7% em janeiro de 2022, em relação a janeiro de 2021, somando R$ 553 milhões...
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Por CGN 1
Ponta Grossa começou 2022 com um expressivo crescimento nas exportações. Números da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia mostram que nos primeiros 31 dias do ano, US$ 104,2 milhões em produtos foram enviados da cidade para outros países, valor que corresponde a R$ 553,1 milhões, se convertido com o dólar cotado a R$ 5,306, no último dia útil de janeiro (31). Isso significa que a cidade aumentou em 64,7% as comercializações com o mercado exterior, na comparação com janeiro de 2021, quando R$ 335,8 milhões foram comercializados. Se a base de análise for 2020, esse crescimento foi ainda maior, de 157% (R$ 215 milhões). A exemplo do que historicamente acontece na cidade, a soja e seus derivados foram os principais produtos comercializados.
Desde o início da série histórica, em 1997, as exportações de janeiro deste ano somaram o quarto maior da história, atrás apenas das movimentações registradas em 2011 (R$ 572,3 milhões), 2019 (R$ 610,1 milhões) e 2008 (R$ 676,9 milhões). Já em volume, em quilograma exportado, foi o quinto maior valor de todos os tempos, somando 181 mil toneladas. Historicamente, o maior volume exportado nos meses de janeiro foi em 2019, com 258 mil toneladas. Depois, apareceram os anos de 2016 (213 mil), 2015 (202,3 mil) e 2017 (199,2 mil toneladas).
No movimento inverso, as importações de Ponta Grossa somaram R$ 324,8 milhões. Na comparação com janeiro de 2021, quando houve o recorde de importações para o mês, totalizando R$ 459,6 milhões, houve uma retração de 29,3% em produtos adquiridos. Ainda assim, somando as importações com as exportações, janeiro de 2022 foi o mês com a maior movimentação de produtos pelo município, atingindo R$ 877,99 milhões. Foi um volume 7,6% maior que o segundo melhor resultado, de janeiro de 2019, e 10,3% superior ao resultado de janeiro de 2021, que foi o terceiro melhor desempenho. Já quando se fala no saldo da balança comercial, quando se subtrai o valor das importações do total exportado, a cidade teve um superavit de R$ 228,36 milhões.
Em âmbito nacional e estadual, Ponta Grossa foi o quarto município que mais exportou no Paraná em janeiro, com a venda para o exterior de 6,7% de tudo o que foi comercializado pelo Estado. Já em âmbito nacional, a cidade se destacou na 42ª posição, com participação de 0,5% de tudo exportado pelo país. Já as importações corresponderam a 4,4% de tudo adquirido pelo estado, o 7º melhor desempenho do Paraná; e o 69º do Brasil, com 0,3% das importações nacionais.
Produtos
O farelo de soja foi o produto mais comercializado pelas empresas instaladas em Ponta Grossa. Somente esse produto foi responsável por mais da metade de todo valor comercializado no ano, somou R$ 286 milhões, ou seja uma participação de 52%. O óleo de soja, segundo produto mais exportado, correspondeu a 21% das comercializações da cidade, somando R$ 114 milhões. Já o terceiro produto mais exportado foram embalagens Tetra Pak, com R$ 42,5 milhões comercializados, seguido por açúcares, com R$ 18,9 milhões. Na sequência apareceram painéis de madeira do tipo OSB, milho e álcoois acíclicos. Já nas importações, partes e acessórios de veículos automotores estão na liderança, com 11% do total adquirido (R$ 36,2 milhões). Logo depois aparecem milho (R$ 24,3 milhões), partes destinadas a motores (R$ 20,7 milhões), ferramentas pneumáticas, hidráulicas ou de motor (R$ 16,8 milhões) e garrafas de vidro (R$ 16,6 milhões).
Países
O principal destino dos produtos fabricados, beneficiados ou armazenados em Ponta Grossa foi a França. O país europeu recebeu 18% de tudo o que foi exportado pelo município, totalizando R$ 100 milhões. Na sequência apareceu o segundo país mais populoso do mundo, a Índia, para onde foram destinados R$ 93,4 milhões (17%), e o Japão, com R$ 55,7 milhões (10%). A China, historicamente o maior parceiro da cidade, foi apenas o 13º principal destino, com R$ 8,33 milhões (1,5%). Já nas importações, a principal origem foi a China, com R$ 58,4 milhões (18%), seguido pela Alemanha, com R$ 44 milhões (14%) e a Argentina, com R$ 29,6 milhões (9,1%).
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