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Restaurante Popular da Regional Matriz. Curitiba, 22/10/2021. Foto: Pedro Ribas/SMCS

Rede de Segurança Alimentar garante comida saudável a quem mais precisa durante a pandemia

Programas como Mesa Solidária, Armazém da Família, Restaurante Popular e Hortas Urbanas conseguiram reduzir os impactos negativos na segurança alimentar da população causados pela perda de......

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Por CGN

Restaurante Popular da Regional Matriz. Curitiba, 22/10/2021. Foto: Pedro Ribas/SMCS

A garantia do acesso à boa alimentação aos curitibanos tem sido uma prioridade da Prefeitura desde 2017. O fortalecimento da Rede de Segurança Alimentar do município se provou ainda mais assertivo com a pandemia da covid-19, que provocou perda de renda e desemprego.

Programas como Mesa Solidária, Armazém da Família, Restaurante Popular e Hortas Urbanas conseguiram reduzir os impactos negativos na segurança alimentar da população causados pela perda de renda e desemprego da população.

Em 2021, estes programas foram ampliados pela Secretaria Municipal de Segurança Alimentar (SMSAN). A medida beneficiou, principalmente, pessoas em situação de rua, idosos e crianças em vulnerabilidade, famílias de baixa renda e quem perdeu emprego por conta da covid-19.

Outra iniciativa fundamental para os moradores da cidade foi a criação do Auxílio Alimentar de Curitiba, que garantiu o acesso gratuito a gêneros alimentícios para 37,3 mil famílias em extrema pobreza durante o ano.

“Por determinação do prefeito Rafael Greca, o trabalho tem sido intenso da Rede de Segurança Alimentar de Curitiba”, destaca Luiz Gusi, secretário municipal de Segurança Alimentar.

Lançado no fim de 2019, o Programa Mesa Solidária atende a população em situação de vulnerabilidade, como pessoas em situação de rua, desempregados e idosos carentes, em espaços confortáveis e com total higiene.

Devido à pandemia, o trabalho foi ampliado e perto de 654 mil refeições já foram servidas gratuitamente desde o início do programa. Apenas em 2021, até outubro, foram 286 mil refeições servidas.

“Graças à Prefeitura eu tenho comida no Mesa Solidária e, onde dormir, no Hotel Social. Estou me reerguendo e já comecei a trabalhar como garçom. Se Deus quiser vai dar tudo certo”, diz Joel Jorge Balão, 58 anos. Vindo de Florianópolis (SC) há um ano, ele chegou a viver em situação de rua antes de ser acolhido pelo município.

O Mesa Solidária é uma ação conjunta de órgãos da Prefeitura – como SMSAN, FAS e Defesa Social e Trânsito/ Departamento de Políticas Sobre Drogas, que cedem locais e apoio logístico – com mais de 50 entidades parceiras – instituições religiosas, organizações não-governamentais (ONGs) e movimentos de apoio às pessoas em situação de rua – que adquirem, preparam e servem os alimentos.

Através do Banco de Alimentos de Curitiba, Armazéns da Família, feirantes, permissionários de Sacolões da Família e comerciantes dos Mercados da capital também destinaram alimentos para o preparo das refeições.

Uma ajuda na pandemia

Entre abril e dezembro de 2021, pessoas em extrema pobreza puderam fazer compras nos Armazéns da Família graças ao Auxílio Alimentar de Curitiba. O crédito mensal de R$ 70, que em dezembro foi de R$ 100 como uma espécie de abono de Natal, permitiu que 37,3 mil famílias adquirissem gêneros alimentícios e itens de higiene e limpeza nas 34 unidades da Prefeitura.

O investimento total do Auxílio Alimentar foi de R$ 12,6 milhões, valor custeado com recursos próprios pelo município em uma parceria da SMSAN, FAS e da Secretaria Municipal de Finanças.

“Recebi todas as parcelas do Auxílio Alimentar desde que começaram a distribuir e me ajudaram muito, já que estou desempregada. É uma bênção poder comprar comida no Armazém da Família com o auxílio”, afirma Benedita Aparecida Amaral, 56 anos, moradora do Fazendinha.

Além das famílias beneficiadas com o Auxílio Alimentar, desde junho de 2020, pessoas em situação financeira instável por conta da pandemia também passaram a comprar nos Armazéns da Família da Prefeitura, que oferecem gêneros alimentícios e itens de higiene e limpeza 30% mais baratos que no varejo. Eles foram dispensados das várias exigências para ter acesso ao programa municipal.

A Prefeitura já tinha ampliado, em 2017, a faixa de renda da população que pode fazer compras nos Armazéns. Hoje são 317,4 mil famílias com renda até 5 salários mínimos da capital cadastradas no programa, beneficiando um milhão de curitibanos com acesso aos produtos dos Armazéns da Família, além de 163 entidades sociais e filantrópicas que podem fazer compras nas unidades. Na RMC são 14 municípios conveniados com 82,5 mil famílias cadastradas, beneficiando cerca de 280 mil pessoas.

Em maio de 2021, teve início das obras do novo Armazém da Família Capanema, que irá integrar um complexo de segurança alimentar da região sob o Viaduto do Capanema e formado ainda por um inédito Espaço Social do Mesa Solidária e o Restaurante Popular do Capanema. O complexo será inaugurado no primeiro semestre de 2022.

Apoio aos produtores das hortas urbanas

Desde 2017, a Prefeitura tem intensificado o apoio aos produtores das hortas através da Unidade de Agricultura Urbana da SMSAN. Uma medida que se provou ainda mais assertiva com a pandemia. Afinal, além do acesso a alimentos saudáveis sem agrotóxicos, os agricultores estão conseguindo reduzir os gastos com a compra de hortaliças e têm a possibilidade de geração de renda com a comercialização do excedente.

A capital conta com 111 hortas urbanas com apoio da Prefeitura, que garantem alimentação saudável para cerca de 17,9 mil pessoas (entre produtores, familiares e comunidades) em bairros como Caximba, CIC, Pinheirinho, Alto Boqueirão, Cajuru, Rebouças, Santa Felicidade, Sítio Cercado, Uberaba, Guaíra e Tatuquara.

Apenas em 2021, foram inauguradas 13 novas hortas com apoio do município, que além do acompanhamento técnicos da equipe do Departamento de Agricultura Urbana da SMSAN fornece mudas e outros insumos. Outras três hortas já existentes foram revitalizadas.

As áreas de cultivo de hortaliças ocupam 157,5 mil metros quadrados, com a participação de 5,7 mil agricultores urbanos.

Em setembro, houve a ampliação do projeto Jardins de Mel em 11 hortas. Os locais receberam caixas de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e capacitações dos agricultores urbanos em manejo, manutenção e retirada dos subprodutos das caixas de criação.

Outros programas e iniciativas da Rede de Segurança Alimentar

RESTAURANTE POPULAR

Mesmo nos momentos mais críticos da pandemia, os restaurantes populares da Prefeitura permaneceram funcionando. Considerados serviços essenciais, os locais atendem, principalmente, idosos e trabalhadores de baixa renda que têm acesso a refeições balanceadas a R$ 3.

Desde o ano passado, quem está nos hotéis sociais do município é cadastrado para se alimentar gratuitamente em algumas unidades. Curitiba conta com cinco restaurantes populares (Matriz, Sítio Cercado, Pinheirinho, CIC/Fazendinha e Capanema) administradas pela SMSAN.

Cada refeição preparada em um restaurante popular custa R$ 7 e a Prefeitura subsidia R$ 4 para garantir o preço mais acessível de R$ 3 para a população. Entre 2017 e 2021, os restaurantes populares foram responsáveis pelo fornecimento de 5.598.600 refeições, sendo que só em 2021, até outubro, já foram fornecidas 987 mil refeições.

Leia a Matéria completa no site: www.curitiba.pr.gov.br

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