
Comissão da Câmara irá ao MP sobre ocupação em PG
Presidente do ‘Grupo’ visitou o local e afirmou que um relatório será encaminhado ao Ministério Público...
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Por CGN 1
A Comissão de Direitos Humanos, Cidadania e Segurança (CDHCS), da Câmara Municipal de Ponta Grossa (CMPG), deverá acionar o Ministério Público do Estado do Paraná (MP/PR) sobre a situação no ‘Parque das Andorinhas’, local que está sendo ocupado por mais de 400 famílias que procuram a oportunidade de ter uma moradia popular. A informação foi repassada ao Portal aRede pela presidente da ‘Comissão’, vereadora Josi do Coletivo (PSOL), após ela visitar o local, nesta sexta-feira (17), para entender qual a situação das famílias que lá se encontram.
Segundo a parlamentar, as famílias estão “em situação precaríssima” e precisam de atenção do Poder Público. “Faremos um relatório e encaminharemos ao MP. Nós não vamos permitir que essas famílias passem as privações que estão passando. Estão correndo muito risco ali”, explica a vereadora. Ainda de acordo com ela, não há água ou higiene no local. Por isso, na última quinta-feira (16), a ‘Comissão’, juntamente com lideranças do movimento, conversaram com a prefeita de Ponta Grossa e fizeram reivindicações – mais informações clique aqui.
Para Jeniffer, que tem três filhos e mora de favor no terreno da sogra no Jardim Esplanada, e participa da ocupação liderada pela Frente Nacional de Luta Campo e Cidade (FNL), “a gente veio aqui para conquistar alguma coisa, é um direito nosso”, comenta. Ela está há oito anos na fila da Companhia de Habitação de Ponta Grossa (Prolar) esperando por uma moradia. Ainda segundo a vereadora Josi, a reivindicação das famílias é justa e deve ser respeitada pelo Poder Público.
O terreno ocupado, que é da Prolar, não é utilizado pelo Poder Executivo há dez anos.
Manifestação
Na última quinta-feira (16), integrantes do movimento fizeram um protesto, que partiu da ‘Praça dos Polacos’ e foi até a Prefeitura Municipal de Ponta Grossa (PMPG). Segundo os organizadores, mais de 400 pessoas estiveram presentes no evento. Por meio das redes sociais, as lideranças da ocupação ‘Ericson Jhon Duarte’ explicaram o porquê do manifesto. “Sabemos que essa luta está só começando. Isso mostra que quando o povo se organiza, se ajuda e se respeita, é possível conquistar diversos direitos que hoje não estão sendo cumpridos”, comentam.
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