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Júri em Arapongas - foto ilustrativa.

Júri condena pai e filho em caso de homicídio, em Arapongas

Ambos podem recorrer da sentença, porém, Carlos Alberto Artacho teve concedido o direito de recorrer em liberdade. O filho, Carlos Henrique Artacho, retornou à unidade prisional,......

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Por CGN 1

Júri em Arapongas - foto ilustrativa.

Pai e filho, foram condenados a 14 anos de prisão por participação no assassinato de Fernando Begalli dos Santos, 30 anos. O crime ocorreu em Arapongas em 2015.Begali, que não tinha passagens pela polícia, deixou esposa e uma filha de 5 anos.

O julgamento durou 3 dias e terminou na madrugada deste domingo (12).

Ambos podem recorrer da sentença, porém, o pai teve concedido o direito de recorrer em liberdade. O filho, retornou à unidade prisional, em Londrina.

O crime

Na manhã de 28 de setembro de 2015, Fernando Begalli dos Santos, 30 anos, funcionário da Companhia de Desenvolvimento de Arapongas (Codar), dirigia um caminhão da coleta seletiva de lixo e estava em uma via pública no distrito de Aricanduva, quando acabou executado a tiros de pistola.

Segundo a investigação, o jovem de 23 anos contratou um pistoleiro profissional para cometer o crime. A motivação do crime seria uma causa trabalhista movida pela vítima contra o ex-empregador.

“Através de imagens de várias câmeras de monitoramento da Guarda Municipal (GM) e da Viapar identificamos o jovem de 23 anos, como a pessoa que conduzia o carro (um Toyota Corola preto) que seguiu o caminhão da vítima desde o início da manhã do dia do crime e levou o pistoleiro de aluguel até o local onde o homicídio foi consumado. Depois, o comparsa deu fuga para o assassino e apuramos ainda que a vítima movia uma ação trabalhista contra uma empresa na qual trabalhava antes de ser motorista da Codar”, contou Osnildo Carneiro, delegado que à época, conduziu as investigações.

Em 2016, a 1ªVara Criminal de Arapongas decretou a prisão preventiva do pai. Através do sigilo telefônico, a equipe de investigação conseguiu detectar que ele, e o atirador contratado, um jovem de 21 anos, estariam no mesmo dia em Guarulhos, SP e conseguiram comprovar a ligação com o crime.

O filho ficou foragido durante 3 anos e foi preso em 2018 em Palmas, capital de Tocantins.

O pistoleiro, executor do crime, foi preso em dezembro de 2015. Ele foi julgado e condenado em 2019.

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