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Projeto da UEM colabora com instituição global na preservação de corujas -Foto: Denis Ferreira Netto

Projeto da UEM colabora com instituição global na preservação de corujas

O projeto está vinculado ao Global Owl Project, iniciativa de alcance mundial que atua no estudo e preservação das corujas. O diretor global do projeto, David......

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Por CGN

Projeto da UEM colabora com instituição global na preservação de corujas -Foto: Denis Ferreira Netto

Estudantes e egressos do Programa de Pós-Graduação em Biologia Comparada (PGB) da Universidade Estadual de Maringá (UEM) têm participado do projeto Burrowing Owl in the Americas, iniciativa internacional que tem realizado a observação e mapeamento de corujas-buraqueiras, da espécie Athene cunicularia, em 24 países, de modo a avaliar se certas mudanças identificadas na genética e morfologia da espécie constituem o suficiente para realizar revisão taxonômica, constituindo uma nova espécie ou subespécie.

O projeto está vinculado ao Global Owl Project, iniciativa de alcance mundial que atua no estudo e preservação das corujas. O diretor global do projeto, David Harold Johnson, está no Brasil auxiliando a equipe nacional que participa da pesquisa. O Johnson chegou no dia 12 de novembro e ficará no País até 14 de dezembro.

A equipe de pesquisadores da UEM que participa do projeto é coordenada por Priscilla Esclarski, egressa do PGB, junto das discentes do mestrado do programa Thaís Rafaelli Aparecida Gonçalves e Gabriela Carlos Mendes. No Brasil, também há equipes envolvidas na pesquisa na Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS).

A equipe da UEM vem realizando o mapeamento dos ninhos das corujas-buraqueiras com ajuda da população local. Eles elaboraram um questionário público para que as pessoas pudessem informar sobre os ninhos e comportamento das corujas.

Segundo Esclarski, as contribuições da população têm sido muito positivas. “O retorno tem sido muito interessante, pois a população enxerga as aves com carinho, houveram casos em que os moradores construíram estruturas de proteção para o ninho das corujas, poleiros, e demonstraram-se preocupados em mantê-las seguras”, afirma.

Caso a população tenha visto um ninho ou identificado um local frequentado pelas corujas, pode ajudar o projeto preenchendo o formulário clicando aqui.

Fonte: AEN

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