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Paciente reclama de atendimento na UPA Tancredo

Ele alega ter sido humilhado pela enfermeira; ela nega e afirma ter sido desacatada...

Publicado em

Por Diego Cavalcante

Um paciente da UPA Tancredo entrou em contato com a CGN por volta das 4h30 da madrugada desta sexta-feira (10) relatando não ter sido bem atendido.

Segundo Valdecir Oliveira de 43 anos de idade, ele começou a sentir dores no peito e resolveu procurar atendimento na unidade de saúde para verificar o que estava acontecendo.

Ele relata que trabalha como vigilante e estaria em horário de serviço e que teria chegado na UPA cerca de meia noite e meia, sendo que teria feito a triagem, e não teria sido atendido até às 2h10 da madrugada, quando recebeu um chamado do trabalho e teve que ir fazer o atendimento.

Quando ele retornou à UPA, a atendente teria relatado que ele já havia sido chamado três vezes e como não estava no local, o atendimento teria sido encerrado.

O paciente então teria feito uma nova triagem e questionado a enfermeira, que segundo ele estaria dormindo debruçada em uma mesa. Foi feito um questionamento sobre a demora no atendimento, sendo que de acordo com o paciente ela teria humilhado ele e ameaçado chamar a Guarda Municipal para tirar ele da unidade. Ele teria pedido a identificação da enfermeira e do médico, o que teria sido negado.

Enquanto a nossa equipe de reportagem estava no local, o paciente acabou recebendo outro chamado do trabalho e teve que se deslocar da unidade de saúde, sendo que teria sido chamado mais três vezes pela atendente.

O paciente pede por melhoras no atendimento da UPA Tancredo e mais profissionalismo por parte dos funcionários.

Já a atendente, relatou à nossa reportagem que o paciente teria pedido para alterarem a sua classificação de risco da cor verde para a cor amarela, na expectativa de ser atendido mais rápido. Segundo ela, o médico plantonista teria negado tal mudança por não haver sintomas aparentes no paciente que justificassem a mudança.

Por telefone, a enfermeira entrou em contato com a nossa redação, para relatar o lado dela da história, sendo que ela teria sofrido desacato por parte do paciente e por isso teria feito a ameaça de chamar a Guarda Municipal, por não ter um vigilante que estivesse naquele momento de plantão na unidade.

Por fim, pedidos distintos, o paciente pede por um atendimento mais humanizado, enquanto a enfermeira pede por um segurança na unidade.

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