Após aprovação de vacina da Pfizer, NY e Pentágono exigem imunizações

No mesmo contexto, todos os professores de escolas públicas da cidade de Nova York e outros funcionários terão que ser vacinados, disseram autoridades hoje, enquanto o...

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Por Agência Estado

Com a aprovação definitiva da vacina contra a covid-19 da Pfizer nos Estados Unidos, o Pentágono anunciou nesta segunda-feira, 23, que irá tornar obrigatório que os militares do país sejam imunizados. Segundo o porta-voz John Kirby, as medidas são um esforço para garantir a segurança, publicou hoje a Associated Press. As preocupações com o vírus são especialmente agudas nas forças armadas, onde os militares vivem e trabalham juntos em quartéis e navios, aumentando os riscos de rápida propagação. O requerimento será válido apenas para a vacina da Pfizer.

No mesmo contexto, todos os professores de escolas públicas da cidade de Nova York e outros funcionários terão que ser vacinados, disseram autoridades hoje, enquanto o maior sistema escolar do país se prepara para as aulas que começam no mês que vem. A cidade apontou anteriormente que os professores, como outros funcionários da cidade, teriam que tomar as vacinas ou fazer exames semanais para o vírus. A nova política marca o primeiro mandato de vacinação sem opção para um amplo grupo de trabalhadores da cidade mais populosa do país, publicou a Associated Press.

Segundo o Wall Street Journal, a Chevron está exigindo que alguns de seus funcionários sejam vacinados e está considerando a possibilidade de estender essa exigência a todos os seus empregados. O atual requerimento de vacinação da gigante do petróleo é para funcionários expatriados, trabalhadores que viajam internacionalmente e aos que operam em navios com bandeira dos EUA, segundo um relatório ao qual o jornal teve acesso.

Hoje, o governo do Reino Unido anunciou a aquisição de 35 milhões de vacinas da Pfizer produzidas em conjunto com a BioNTech. Em comunicado, a expectativa divulgada é de que as doses comecem a ser entregues na segunda metade de 2022. Segundo o governo, o trabalho inclui planos “robustos para garantir que o país permaneça à frente do vírus nos próximos anos e para quaisquer programas de reforço futuros, bem como trabalhar para tornar o Reino Unido um centro global de excelência para a próxima geração de vacinas”.

Já o Peru prorrogou um estado de emergência vigente no país por um mês diante da ameaça de uma terceira onda da pandemia, que permite manter o toque de recolher noturno e outras medidas restritivas, anunciou o governo nesta segunda-feira. A norma publicada no Diário Oficial estabelece que o atual estado de emergência, que termina em 31 de agosto, se estenderá ao longo de setembro.

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