
Empresa “fecha as portas” no Brasil e grupo que investiu quase R$ 250 mil em criptomoedas entra na justiça
Entre os autores, uma mulher chegou a investir R$ 74.090,00 no negócio...
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Por Paulo Eduardo
Um grupo de 16 cascavelenses que investiu em criptomoedas moveu uma ação judicial contra um homem que se apresentava como cofundador de uma empresa multinacional lotada nos Estados Unidos. O processo se deu em razão de não ter ocorrido o retorno financeiro previsto pelos investidores.
Eles contaram que entre maio e novembro de 2018 adquiriram “pacotes de mineração” com valor entre R$ 300,00 e R$ 20.000,00, com promessa de retorno de 25% do capital investido por mês, durante 12 meses. Após o pagamento em atraso do retorno, em dezembro de 2018 a empresa encerrou suas atividades no Brasil, ressarcindo somente parte do valor investido.
“A empresa anunciou que devolveria o capital investido de quem não havia recuperado com o próprio esquema, em 4 pagamentos, sendo o primeiro em janeiro de 2019”, relataram os autores.
Contudo, uma pequena parte das vítimas recebeu a primeira parcela e os demais não receberam nenhuma devolução.
O montante relatado no processo somando o investimento de todos que moveram a ação totaliza R$ 449.116,54. Entretanto, sete das pessoas que buscaram ajuda na justiça não conseguiram comprovar que de fato realizaram o investimento em criptomoedas.
Portanto, uma vez comprovada a negociação entre as partes que produziram provas do investimento, o montante somou a quantia de R$ 244.564,54.
Desta forma, o réu foi condenado a restituir as nove pessoas que comprovaram ter investido na compra de “pacotes de mineração”. Entre os autores, uma mulher chegou a investir R$ 74.090,00 no negócio.
A decisão ainda cabe recurso.
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