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Foto: CBCa

Vagner Souta: “não estou satisfeito, mas não podemos baixar a cabeça”

Na eliminatória, fez uma prova de recuperação em busca das duas vagas para a final, mas terminou na terceira colocação...

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Por Fábio Wronski

Foto: CBCa

Único representante da América do Sul em meio a europeus, asiáticos, oceânicos e africanos na prova do K1-1000m dos Jogos Olímpicos Tóquio 2020, o atleta do CRC (Clube de Regatas Cascavel) Vagner Souta já sabia que encontraria muitas dificuldades na competição, que estreou a canoagem velocidade nesse domingo (1º), no Japão.

Na prova classificatória Sea Forest Waterway, Vagner disputou a terceira bateria e terminou com o quinto tempo, avançando para as quartas de final. Na eliminatória, fez uma prova de recuperação em busca das duas vagas para a final, mas terminou na terceira colocação, posição que o deixou de fora da disputa por medalhas.

Mesmo ciente das dificuldades da prova, ele lamentou o resultado: “Como todos já sabem, o caiaque 1.000 metros é prova muito disputada, são muitos países de muita tradição nesse esporte. Eu já sabia que iria lutar com países fortes. Durante minha preparação fiz o que pude, com o que tinha. Não estou não estou satisfeito com isso, não estou satisfeito com o resultado, sempre tento evoluir para cada dia estar melhor e lutando por bons resultados, sempre querendo levar minha bandeira ao topo, mas não podemos baixar a cabeça”.

Agora, apesar de ainda viver o clima olímpico em sua segunda participação seguida nos Jogos, o canoísta já se prepara para voltar para casa, pois já no próximo mês terá pela frente as disputas do Campeonato Brasileiro de Canoagem Velocidade, que será realizado de 23 a 26 de setembro em Cascavel-PR.

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