Promotor acusa Macri e ex-funcionários de enviar armas ilegalmente à Bolívia

Navas Rial afirmou que as ex-autoridades são potencialmente culpadas por “contrabando agravado”. A suspeita envolve irregularidades aduaneiras, malversação de dinheiro público e abuso de autoridade, segundo...

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Por Agência Estado

Promotor da Argentina, Claudio Navas Rial acusou o ex-presidente Mauricio Macri, a ex-ministra de Segurança Patricia Bullrich e o ex-ministro de Defesa Oscar Aguad pelo envio de material repressivo à Bolívia em novembro de 2019, quando se desenrolava a crise que levou à queda do presidente Evo Morales, informa a agência estatal Télam. A promotoria pediu ao tribunal Penal Econômico a abertura da investigação no caso, informaram fontes judiciais.

Navas Rial afirmou que as ex-autoridades são potencialmente culpadas por “contrabando agravado”. A suspeita envolve irregularidades aduaneiras, malversação de dinheiro público e abuso de autoridade, segundo a agência oficial.

Macri já se pronunciou em relação ao caso e negou o envio desse material à Bolívia. Já o presidente atual, Alberto Fernández, lamentou o episódio e disse que ele já “foi constatado”.

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