AMP
Brasília - O relator da Comissão Especial que discute a Reforma Trabalhista, Rogério Marinho, durante audiência pública (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Marinho: economia do governo com reforma é certificada por órgãos externos

Marinho ainda afirmou que pela primeira vez o governo abriu os microdados...

Publicado em

Por Agência Estado

Brasília - O relator da Comissão Especial que discute a Reforma Trabalhista, Rogério Marinho, durante audiência pública (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O secretário Especial da Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, afirmou que os cálculos do governo que consideram da economia em dez anos com a PEC da reforma da Previdência são certificados por organismos internacionais e convalidado por outros países.

“Não sei quais são os modelos que a IFI utiliza”, disse, após ser questionado sobre o cálculo diferente que a Instituição Fiscal Independente (IFI) fez sobre o impacto fiscal da reforma aprovada. A IFI estimou que a economia com a reforma em dez anos deve ser de R$ 630 bilhões, menor do que o divulgado pelo governo, de R$ 800 bilhões.

Marinho ainda afirmou que pela primeira vez o governo abriu os microdados. “Então, há uma absoluta transparência na obtenção dos dados atuariais que possibilitaram os cálculos apresentados pelo governo.”

O secretário ainda disse que foi criado, depois da aprovação do projeto na Câmara, um observatório do CNIS e do sistema previdenciário, para qual foram convidados vários pesquisadores independentes, como a IFI. “Então todos estão com a disponibilidade de fazer o que quiserem, mas precisam referendar os cálculos.”

O secretário ainda voltou a dizer que todas medidas na área previdenciária devem garantir uma economia em dez anos de cerca de R$ 1 trilhão. Com as medidas que combatem as fraudes nas aposentadorias, Marinho disse que se espera economia anual da ordem de R$ 20 bilhões a partir de 2020.

Na sua participação no evento “Brazil Summit 2019”, da revista The Economist, Marinho disse que o governo desconstruiu a narrativa contrária à Previdência. “Observamos o que aconteceu em 2016 e 2017, quando tinha uma narrativa contrária à reforma e a desconstruímos.”

Quanto ao projeto do governo da reforma tributária, que deve ser enviada a primeira parte ao Congresso no dia 9 ou 10 de novembro, segundo ele, o secretário não quis dar muitos detalhes, além da simplificação do PIS/Cofins, que disse ser importante para o governo federal. Sobre a desoneração da folha de pagamento, defendida pelo ministro Paulo Guedes, Marinho disse que o ministro estuda a possibilidade, mas talvez não nessa primeira etapa.

Veja Mais

Whatsapp CGN 9.9969-4530 - Canal direto com nossa redação

Envie sua solicitação que uma equipe nossa irá atender você.


Participe do nosso grupo no Whatsapp

ou

Participe do nosso canal no Telegram

Sair da versão mobile
agora
Plantão CGN
X