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Terceira dose da vacina contra a Covid-19 poderá ser aplicada no Chile

A medida foi anunciada pela subsecretária de Saúde Pública, Paula Daza, na última sexta-feira (18). “Estamos apenas aguardando uma investigação científica que vem sendo realizada pela...

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Por Deyvid Alan

País líder em vacinação contra a Covid-19 na América Latina, o Chile avalia implementar a aplicação de uma terceira dose de imunizante para a população diante da dificuldade de reduzir os números de contágios, mortes e internações.

A medida foi anunciada pela subsecretária de Saúde Pública, Paula Daza, na última sexta-feira (18). “Estamos apenas aguardando uma investigação científica que vem sendo realizada pela Universidade Católica”. Já o infectologista Alexis Kalergis, que comanda a pesquisa, afirma que “a necessidade de usar uma terceira dose é quase certa, principalmente por conta da chegada das novas variantes”.

Até o momento, o Chile aplicou a primeira dose em 63,4% da população (mais de 12 milhões de pessoas), e a segunda dose em 50% da população (9,4 milhões). Ainda assim, a ocupação de leitos de UTI segue acima de 90% em regiões que estão em alerta máximo, como a de Santiago, com mais de 8 milhões de habitantes.

Daza afirmou que o Ministério da Saúde do país analisa a possibilidade de oferecer uma terceira dose da Coronavac para quem tomou as duas doses. E quem tomou uma dose da AstraZeneca e tem menos de 60 anos poderá receber segunda e terceira dose do imunizante da Pfizer ou outro com base em RNA mensageiro (como o da Moderna).

Para a infectologista María Luz Endeiza, o uso de uma terceira dose pode ser necessário, mas ainda há tempo para o impacto da vacinação ser sentido.

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