Araújo: Brasil aderiu ao Covax no período certo e Netanyahu convidou delegação

A demora na adesão do Brasil ao consórcio foi alvo de críticas do vice-presidente do colegiado, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que defendeu que uma prévia adesão...

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Por Agência Estado

Em depoimento à CPI da Covid, o ex-chanceler Ernesto Araújo avaliou que o País aderiu no período certo ao Consórcio Covax Facility paro o recebimento de vacinas contra a covid, negando que uma antecipação na adesão estivesse ligado a uma antecipação no cronograma de recebimento de vacinas para o País.

A demora na adesão do Brasil ao consórcio foi alvo de críticas do vice-presidente do colegiado, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que defendeu que uma prévia adesão ao instrumento poderia antecipar o recebimento de vacinas. A decisão de o País participar apenas com 10% e não 50% também foi reprovada pelo senador. Quanto ao tema, Araújo voltou a afirmar que a decisão da porcentagem de participação do País no consórcio foi realizada pelo Ministério da Saúde, e que o Ministério das Relações Exteriores não participou da decisão.

Israel

Questionado pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), o ex-chanceler voltou a afirmar que a comitiva chefiada por ele a Israel foi motivada por um telefonema do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, ao presidente Jair Bolsonaro.

Na sequência dos questionamentos, Randolfe também cobrou uma posição do ex-chanceler sobre o uso de máscaras para conter a disseminação de covid-19. Araújo disse ser a favor do uso do equipamento de proteção.

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