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Paraná

Curitiba recebe primeira audiência pública do Plano Plurianual

Cerca de 350 pessoas participaram do evento...

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O auditório do Museu Oscar Niemeyer (MON), em Curitiba, recebeu nesta quinta-feira (22) a primeira audiência pública do Plano Plurianual (PPA) 2020-2023. O secretário do Planejamento e Projetos Estruturantes, Valdemar Bernardo Jorge, apresentou três dos 22 programas que estão previstos para o Estado e ouviu dos cidadãos que participaram do evento sugestões que vão enriquecer o documento final que será enviado para a Assembleia Legislativa, no formato de Projeto de Lei, no fim de setembro.

Cerca de 350 pessoas participaram da audiência, entre deputados estaduais, secretários, representantes de municípios da Grande Curitiba e do Litoral, líderes de organizações não governamentais e outros cidadãos. O governador Carlos Massa Ratinho Junior enviou mensagem aos presentes e informou que está “acompanhando de perto” a elaboração do Plano Plurianual.

Junto com representantes de outras secretarias, Bernardo Jorge mostrou que um dos programas do PPA tem o objetivo de tornar o Paraná referência em inovação ambiental, desenvolvimento sustentável e turismo.

Ele também citou o que está previsto para a Região Metropolitana da Capital para funções públicas de interesse comum, o que inclui transporte, meio ambiente, coleta de lixo, saneamento e uso do solo, entre outras. Ser um Estado reconhecido como referência em questões relacionadas à justiça, cidadania, trabalho e família também está no plano para os próximos quatro anos.

“Queremos governar junto com a população. O sonho de fazer um Paraná mais moderno, mais justo e solidário não se sonha sozinho”, disse o secretário. Segundo ele, cada pessoa sabe quais são as necessidades da sua cidade, da sua rua, da escola, universidade, hospital ou de segurança pública, por isso pode contribuir com sugestões nas audiências.

O secretário do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Márcio Nunes, destacou que quanto mais perto da população, mais distante do erro e governo fica. “Os recursos públicos são escassos e precisam ser usados de maneira eficiente”, acrescentou. O diretor-geral da pasta, Rasca Rodrigues, disse que a palavra “equilíbrio” tem sido usada com frequência na equipe para combinar desenvolvimento e preservação. Ele respondeu perguntas de cidadãos da Região Metropolitana e também do Litoral.

João Carlos Ortega, secretário do Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas, disse que o PPA vai orientar o Governo na realização de obras de infraestrutura, moradia e outras. “Discutir obras estruturantes, vocações regionais e geração de emprego, são assuntos que a população pode contribuir muito.”

As ações previstas para a RMC foram apresentadas pelo presidente da Coordenação da Região Metropolitana (Comec), Gilson Santos. Ele falou sobre as projeções futuras – para onde vai e de que tamanho será a região –, além dos desafios que envolvem questões como transporte coletivo e melhorias nas rodovias.

Angela Mendonça, diretora de Políticas Públicas para Crianças e Adolescentes da Secretaria da Justiça, Trabalho e Direitos Humanos, reforçou a importância de reduzir desigualdades, aumentar a empregabilidade e defender mulheres e a comunidade indígena. Ela comentou que a elaboração do PPA é um “momento de escutar os conselhos e suas demandas e estabelecer o que é prioritário para ter assertividade”.

CRONOGRAMA - Com as audiências, o Plano Plurianual 2020-2023 entra na terceira etapa. Além da que aconteceu na Capital, outras cinco audiências públicas serão promovidas no Interior do Estado na próxima semana, com a apresentação de outros programas que estão previstos.

A exemplo do que já ocorreu na primeira etapa, de consulta pública, os paranaenses também poderão conferir a agenda, conhecer todos os programas e participar com sugestões por meio da plataforma digital http://www.planejaparana.pr.gov.br. As sugestões pela internet podem ser enviadas até 5 de setembro.

O Plano Plurianual (PPA) é o principal instrumento de planejamento de médio prazo da administração pública. Ele tem duração de quatro anos, com início no segundo ano do mandato do chefe do Poder Executivo e término no final do

primeiro ano de seu sucessor, de modo a permitir a continuidade do processo de planejamento.

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