AMP
A Divisão de Geologia do Instituto Água e Terra, da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, divulgou o Informe Mineral 03/2021 com o retrato do negócio de água mineral no Paraná, entre 2010 e 2019. - Foto: Ari Dias/AEN

Informe do IAT mostra crescimento na exploração de água mineral no Paraná

Os dados constam do Informe Mineral 03/2021 divulgado pela Divisão de Geologia do Instituto Água e Terra, da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e do...

Publicado em

Por CGN 1

A Divisão de Geologia do Instituto Água e Terra, da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, divulgou o Informe Mineral 03/2021 com o retrato do negócio de água mineral no Paraná, entre 2010 e 2019. - Foto: Ari Dias/AEN

O volume comercializado de água mineral no Paraná passou de 205,04 milhões para 264,62 milhões de litros entre 2010 a 2019. No mesmo período, o valor de comercialização saltou de R$ 63,40 milhões para R$ 121,84 milhões, um aumento de 92,18%.

Os dados constam do Informe Mineral 03/2021 divulgado pela Divisão de Geologia do Instituto Água e Terra, da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo. O Informe foi elaborado com base no Relatório Anual de Lavra (RAL) entregue pelos mineradores à Agencia Nacional de Mineração (AMN), durante os anos de 2010 a 2019.

O desempenho da água mineral envasada está subdividido pelo tipo de embalagem: garrafão, garrafa plástica, garrafa de vidro, copo e outras embalagens, além da água transferida para composição de produtos industrializados.

Predominou a comercialização de água mineral em garrafão. Foram vendidos 143, 8 milhões de litros envasados em garrafões em 2019.  Logo atrás vem a garrafa plástica. Em 2010 o paranaense consumiu quase 38 milhões de litros de água em garrafas plásticas. No ano de 2019 foram 75,4 milhões. O Paraná também colocou no mercado 5,3 milhões de copos de água em 2019. No início da década, eram 3,4 milhões. Enquanto a venda de garrafas de vidro diminuiu de 1,2 milhão para menos de 2,7 mil.    

CADEIA – Ainda de acordo com o Informe, em 2019 o Estado registrou 31 empresas do ramo de exploração de água mineral, distribuídas em 26 municípios. Juntas, recolheram R$ 1,41 milhão em Compensação Financeira pela atividade.

O município produtor é o maior beneficiário da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM) e fica com 60% dos recursos; o Estado com 15%; os municípios afetados com 15% e demais órgãos 10%. Compete à ANM promover a gestão, bem como a regulação e a fiscalização das atividades no País, arrecadar e cobrar a CFEM.

APOIO – Quanto ao setor de vendas da bebida envasada, entre outros incentivos, a cadeia recebeu apoio do Governo do Estado do Paraná, no ano passado, por meio do decreto 4.390/2020 que retirou a água mineral do regime de Substituição Tributária. A medida desafogou empresários que só precisam recolher o imposto quando efetuar a venda. Na prática, o Paraná deixou de cobrar imposto antecipado da venda de água mineral. Isso representa queda nos preços final e, consequentemente, desafoga o setor. A medida entrou em vigor em 1.º de março de 2020.

O comportamento da quantidade comercializada nas diferentes embalagens e da transferida para a composição de produtos industrializados, assim como o valor de comercialização de 2010 a 2019 pode ser observado na tabela e nos gráficos presentes no Informe 03/2021. O documento está disponível para consulta no site do IAT, no endereço http://www.iat.pr.gov.br/Pagina/Economia-Mineral.

As informações são da Agência Estadual de Notícias do Paraná.

Veja Mais

Whatsapp CGN 9.9969-4530 - Canal direto com nossa redação

Envie sua solicitação que uma equipe nossa irá atender você.


Participe do nosso grupo no Whatsapp

ou

Participe do nosso canal no Telegram

Sair da versão mobile
agora
Plantão CGN
X