Argentina: pacote inclui ampliar assistência para cobrir salário de trabalhador

“O que fizemos foi ampliar o universo de assistências aos pequenos empresários”, afirmou Moroni durante uma coletiva de imprensa. Ele explicou que os empregados dos setores...

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Por Agência Estado

O pacote de medidas econômicas anunciado nesta quinta-feira, 15, pelo governo da Argentina inclui uma ampliação da assistência a empresas e trabalhadores afetados pela crise gerada pela pandemia de covid-19, que recrudesceu no país nos últimos dias. De acordo com o ministro do Trabalho, Claudio Moroni, os benefícios aos setores mais afetados serão elevados por meio do Programa de Recuperação Produtiva II (Repro II).

“O que fizemos foi ampliar o universo de assistências aos pequenos empresários”, afirmou Moroni durante uma coletiva de imprensa. Ele explicou que os empregados dos setores de gastronomia, hotelaria, turismo e saúde passarão a receber 18 mil pesos argentinos por mês para cobrir parte de seus salários. Esse valor era de 12 mil pesos. Os funcionários de segmentos empresariais menos afetados continuarão a receber 9 mil pesos mensais.

Outra novidade é que pequenos empresários e trabalhadores de pequenas empresas do setor gastronômico, considerado pelo governo como o mais impactado pelas medidas de contenção da pandemia, passarão a contar com a assistência de 18 mil pesos por mês. Eles não estavam incluídos no pacote anterior.

“O benefício consiste na destinação de uma verba individual e fixa que será paga aos trabalhadores, por conta do pagamento dos salários a cargo dos empregadores aderentes ao Programa”, diz a descrição do Repro II no site do Ministério do Trabalho, Emprego e Seguridade Social da Argentina.

Para ter acesso ao benefício, as empresas terão que demonstrar uma perda superior a 20% da receita real, em comparação com o faturamento em igual mês de 2019.

Nesta quinta-feira, o governo de Alberto Fernández também anunciou medidas para conter a alta dos preços do país, com foco em alimentação. Em março, a inflação ao consumidor argentino subiu 4,8% em relação ao mês anterior, no maior nível em 18 meses.

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