França e Itália devem estender lockdown para conter variantes do coronavírus

O presidente francês, Emmanuel Macron, deve anunciar nesta quarta-feira, 31, a extensão do lockdown no país, afirmou uma fonte à Bloomberg. Segundo apuração, a proibição de...

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Por Agência Estado

Os governos da França e da Itália devem estender as restrições como forma de conter a disseminação das variantes da covid-19 na Europa. O aumento do vírus na França tem sido particularmente forte, e na semana passada, Alemanha e Espanha impuseram restrições de fronteira para viajantes vindos do país.

O presidente francês, Emmanuel Macron, deve anunciar nesta quarta-feira, 31, a extensão do lockdown no país, afirmou uma fonte à Bloomberg. Segundo apuração, a proibição de viagens intermunicipais e o fechamento de escolas estão no radar do chefe do Executivo.

Um bloqueio total para a França representaria uma reversão para Macron. Ele havia defendido uma abordagem localizada, e sua rejeição aos conselhos para medidas mais rígidas mais cedo poderia ser politicamente prejudicial um ano antes das eleições presidenciais.

Enquanto isso, na Itália, o governo do primeiro-ministro Mario Draghi vai estender as atuais restrições até o final de 30 de abril, também de acordo com o jornal. Além disso, as medidas extras incluem tornar a vacinação obrigatória para a equipe médica.

Japão

Na tendência de adoção de novas restrições pelos países, a cidade de Osaka, no Japão, está solicitando ao governo que determine medidas mais rígidas na região. O pedido vem após a cidade notificar 599 novos casos nesta quarta-feira, superando os 432 de terça-feira, 30, o maior número em 24 horas desde 24 de janeiro. A região japonesa teme que o aumento de infecções possa levar a outra nova onda no país.

Por enquanto, as autoridades locais se confortam com o fato de que a situação em Tóquio está um pouco mais calma, mas os gráficos estão mostrando uma potencial virada mais uma vez no Japão, apontou o jornal Forex Live.

Reino Unido

No Reino Unido, as autoridades nacionais se dizem “100% confiantes” sobre a eficácia da vacina contra o coronavírus da Oxford/AstraZeneca. Na terça, a Alemanha suspendeu o uso do imunizante em pessoas menores de 60 anos devido a preocupações com coágulos sanguíneos raros.

“É uma vacina segura e o lançamento da vacina no Reino Unido está salvando vidas de pessoas em todo o país todos os dias”, disse o secretário de habitação, Robert Jenrick, à Sky News.

Segundo ele, a eficácia foi “confirmada por estudo após estudo”.

O regulador de medicamentos da União Europeia e a Organização Mundial de Saúde (OMS) também insistiram que a vacina é segura e eficaz.

“As pessoas devem continuar a tomar a vacina. Eu certamente farei isso quando chegar a minha hora”, declarou Jenrick.

Rússia

Em mais uma etapa da vacinação no mundo, a Rússia registrou o primeiro imunizante contra a covid-19 para animais. A vacina, batizada de Carnivac-Cov, foi desenvolvida por uma unidade da agência, que afirmou que a imunidade dura seis meses após a vacinação, mas continua sendo analisada pelos desenvolvedores.

“Os resultados dos testes nos permitem concluir que a vacina é inofensiva e altamente imunogênica, pois todos os animais vacinados desenvolveram anticorpos contra o coronavírus em 100% dos casos”, disse o vice-chefe da agência, Konstantin Savenkov.

O imunizante foi testado em cães, gatos, raposas árticas, visons, raposas e outros animais. A produção deve começar em abril.

Casos de covid-19 em animais foram registrados em todo o mundo, incluindo surtos massivos registrados em fazendas de visons no ano passado. A Dinamarca, por exemplo, abateu 17 milhões de visons para impedir a disseminação de uma mutação potencialmente perigosa do vírus.

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