SP tem diminuição da circulação e comércio fechado no 1º dia de feriado

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), em parceria com o Waze, informou que o tráfego na cidade tem se mantido em queda nesta sexta-feira, 26,...

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Por Agência Estado

O primeiro dia do feriado antecipado em São Paulo teve diminuição da circulação das pessoas nas ruas e o comércio, de maneira geral, aderiu à fase emergencial e manteve as portas fechadas. O movimento nas estradas de acesso ao litoral estava sem trânsito até o início da noite.

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), em parceria com o Waze, informou que o tráfego na cidade tem se mantido em queda nesta sexta-feira, 26, mas o balanço do dia seria fechado só na segunda-feira. A média de lentidão registrada na quinta-feira, 25, foi de 32 km, 59% menor do que na quinta-feira da semana anterior, que foi de 78 km.

Durante a fase emergencial, o rodízio de veículos na cidade de São Paulo passou a vigorar à noite, das 20h às 5h do dia seguinte e não mais das 7h às 10h e das 17h às 20h. A liberação dos veículos durante o dia tenta reduzir a aglomeração no transporte público. O descumprimento da regra à noite implica em infração de trânsito de nível médio, com multa no valor de R$ 130,16 e 4 pontos na carteira do motorista.

Nas rodovias que dão acesso ao litoral paulista só a Rodovia Anchieta registrou tráfego lento. Segundo a Ecovias, concessionária que administra o Sistema Anchieta-Imigrantes, havia trânsito no final da tarde entre do km 38 ao km 40 por causa do excesso de neblina.

Na Imigrantes, Padre Manoel da Nóbrega e Cônego Domênico Rangoni, que também dão acesso ao litoral paulista, o tráfego fluía normalmente. O tempo estava parcialmente encoberto e com neblina no topo de serra, onde a visibilidade está prejudicada.

Vale lembrar que a Operação Descida, que é feita normalmente em finais de semana e feriados, foi cancelada pelo Governo de São Paulo para tentar diminuir o número de viagens ao litoral.

Comércio na fase emergencial

Alfredo Cotait Neto, presidente da Federação das Associações Comerciais de São Paulo (Facesp) e da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), disse que as medidas adotadas são necessárias, mas vê com preocupação a extensão da fase emergencial. “As entidades entendem as razões das medidas, que são para conter o crescimento da contaminação do vírus, mas alertam que o comércio não aguentará ficar fechado por muito mais tempo se não houver contrapartidas e auxílio para os micros e pequenos comércios.”

Segundo ele, o comércio cumpriu, neste primeiro dia de feriado, as determinações e “está ciente do grave problema que enfrentamos, mas está preocupado com os impactos causados nos negócios.”

Nesta sexta-feira, diante do aumento de casos, internações e mortes pela covid-19, o governo paulista prorrogou a fase emergencial, ainda mais restritiva do que a fase vermelha do Plano São Paulo, até o dia 11 de abril. A medida passou a valer em 15 e março, e valeria originalmente até o dia 30. A intenção é diminuir a ocupação de leitos de UTI e evitar o colapso do sistema de saúde. Segundo a gestão João Doria (PSDB), a fase emergencial vai aumentar as medidas restritivas em 14 atividades, impactando diretamente mais de 4 milhões de pessoas.

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