
Escala incompleta de ortopedia na UPA gera reclamação
Criança de quatro anos quebrou o braço e mãe procurou UPA no final da manhã, mas só haverá médico 18 horas......
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Por Mariana Lioto
A CGN foi procurada nesta terça-feira por Silvia Monsão, que queria reclamar do atendimento recebido na UPA Tancredo Neves.
Ela conta que o filho dela, de 4 anos fraturou o braço no domingo e foi feito uma tala. Na segunda o menino nem foi para a escola. Hoje ele foi estudar e durante a manhã a mãe foi informada que a tala havia saído. Então ela procurou a UPA por volta das 11 horas e foi encaminhada ao ortopedista. O profissional, no entanto, já havia saído e só haverá outro a partir das 18 horas.
“Vou ficar com meu filho até a noite, sem estar com o braço imobilizado, com risco de machucar mais, porque só neste horário vai ter o médico especialista”, reclama.
A Secretaria de Saúde confirmou que ainda não há profissionais suficientes para cobrir a escala de 24 horas, o Município, no entanto, sequer é obrigado a ter esta especialidade no quadro de profissionais e o faz para evitar que casos simples precisem ser encaminhados para hospitais.
“De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, o Município ainda não possui ortopedistas em número suficiente para cobrir a escala de ortopedia 24h, diariamente. Existem alguns horários descobertos durante a semana, lembrando que as UPAs não têm obrigatoriedade de possuir profissional ortopedista, porém, o Município de Cascavel busca disponibilizar esse profissional para aumentar a qualidade do serviço. Os ortopedistas atuam por escala e o atendimento da criança será realizado a partir das 18h, conforme a orientação repassada à mãe”, disse o município em nota.
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