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Crédito: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil

FGV: IGP-M na 2ª prévia de março sobe 2,98%, ante 2,29% na 2ª prévia de fevereiro

A FGV informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem a segunda prévia do IGP-M de março. O IPA-M, que representa os preços no atacado,...

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Por Agência Estado

Crédito: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) subiu 2,98% na segunda prévia de março, após ter aumentado 2,29% na segunda prévia de fevereiro. A informação foi divulgada nesta quinta-feira, 18, pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o índice acumulou elevação de 8,30% no ano e aumento de 31,15% em 12 meses.

A FGV informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem a segunda prévia do IGP-M de março. O IPA-M, que representa os preços no atacado, aumentou 3,72% em março, ante um avanço de 2,98% na segunda prévia de fevereiro. O IPC-M, que corresponde à inflação no varejo, subiu 0,89% na segunda prévia de março, depois da alta de 0,29% na segunda prévia de fevereiro. Já o INCC-M, que mensura o custo da construção, teve avanço de 1,31% na segunda prévia de março, após uma elevação de 1,00% na segunda prévia de fevereiro.

A alta no preço da gasolina pressionou a inflação ao consumidor na segunda prévia de março do IGP-M. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-M) teve avanço de 0,89% na segunda prévia do mês. Quatro das oito classes de despesa registraram taxas de variação mais elevadas, com destaque para o grupo Transportes, que passou de um aumento de 1,19% na segunda prévia de fevereiro para um avanço de 3,52% na mesma leitura de março. O item gasolina saiu de elevação de 3,65% para 9,99% no período.

Os demais acréscimos ocorreram nas taxas dos grupos Habitação (de -0,34% para 0,37%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,14% para 0,41%) e Vestuário (de -0,03% para 0,40%). As maiores influências partiram dos itens: tarifa de eletricidade residencial (de -2,89% para 0,07%), artigos de higiene e cuidado pessoal (de -0,52% para 0,68%) e acessórios do vestuário (de -0,40% para 2,22%).

No sentido oposto, as taxas foram mais baixas nos grupos Educação, Leitura e Recreação (de 0,83% para 0,18%), Comunicação (de 0,07% para -0,11%) e Despesas Diversas (de 0,26% para 0,18%). As principais contribuições foram dos itens: cursos formais (de 2,59% para 0,00%), mensalidade para internet (de -0,18% para -0,70%) e conselho e associação de classe (de 0,45% para 0,09%).

O grupo Alimentação subiu 0,11% na segunda prévia de março, mesma taxa apurada no segundo decêndio de fevereiro. Houve pressão dos itens aves e ovos (de -0,14% para 1,80%), mas alívio do arroz e feijão (de -0,12% para -1,95%).

O IGP-M é usado para reajuste de contratos de aluguel. O período de coleta de preços para cálculo do índice foi de 21 de fevereiro a 10 de março. No dado fechado do mês de fevereiro, o IGP-M teve elevação de 2,53%.

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