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MPPR obtém sequestro de bens de oito réus denunciados em Santa Isabel do Ivaí a partir de investigações do Gaeco

Contando com a quebra de sigilo telefônico dos aparelhos celulares apreendidos na operação e com buscas de bens realizadas nos sistemas dos órgãos públicos, a Promotoria...

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Por CGN 1

O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Santa Isabel do Ivaí, no Noroeste do estado, obteve judicialmente o sequestro de bens contra 11 réus, denunciados pelo MPPR por diversos crimes investigados a partir da Operação Burla, dos quais oito tiveram bens efetivamente encontrados e sequestrados. Deflagrada em 2018 pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), a operação apurou crimes de estelionato, apropriação indébita e lavagem de dinheiro, com pelo menos 29 vítimas lesadas em montante superior a R$ 5 milhões.

Contando com a quebra de sigilo telefônico dos aparelhos celulares apreendidos na operação e com buscas de bens realizadas nos sistemas dos órgãos públicos, a Promotoria impetrou medida cautelar que culminou no sequestro de 31 imóveis, uma lancha, valores aplicados em ativos financeiros, direitos em ações judiciais e semoventes de produção (animais bovinos). Os bens serão agora avaliados, junto com outros anteriormente sequestrados, buscando-se a apreensão integral do produto ou do proveito ilícito obtido pelos réus.

Crimes – Segundo a denúncia, oferecida pelo MPPR por meio do Gaeco, os réus, em sua maioria advogados da região Noroeste do Paraná, teriam praticado 19 crimes de estelionato e apropriação indébita e quatro crimes de lavagem de dinheiro contra clientes do Banco do Brasil, em ações de expurgos inflacionários envolvendo correções monetárias dos planos Verão, Collor e Bresser, obtendo vantagens ilícitas e causando prejuízos em montante superior a R$ 5 milhões. Na ação penal, são citadas 29 vítimas, mas mais pessoas podem ter sido lesadas pelos denunciados. Há outros processos judiciais em andamento nas comarcas de Santa Isabel do Ivaí e de Alto Paraná relacionados aos possíveis crimes, com outras vítimas.

As informações são do Ministério Público do Paraná.

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