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Fachada do Ministério da Saúde na Esplanada dos Ministérios

Durante pandemia, saúde recebe maior parte de emendas ao Orçamento

Os números estão em um informativo conjunto divulgado pelas Consultorias de Orçamento do Senado e da Câmara. Em um ano que promete ser marcado pelo enfrentamento...

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Por CGN 1

Fachada do Ministério da Saúde na Esplanada dos Ministérios

O Congresso Nacional apresentou R$ 47 bilhões em emendas ao projeto da Lei Orçamentária Anual de 2021 (PLN 28/2020). As áreas de saúde, desenvolvimento regional e economia concentram a maior parte dos recursos solicitados: são R$ 28,5 bilhões, o equivalente a 60,7% do valor total. Das 7.133 emendas de apropriação e remanejamento sugeridas por senadores, deputados, comissões e bancadas estaduais, 3.978 foram direcionadas para essas três áreas temáticas.

Os números estão em um informativo conjunto divulgado pelas Consultorias de Orçamento do Senado e da Câmara. Em um ano que promete ser marcado pelo enfrentamento à pandemia de coronavírus, a área da saúde foi a que recebeu o maior aporte. Foram R$ 12,6 bilhões (26,9% do total), solicitados por meio de 2.726 emendas individuais e 110 coletivas.

O desenvolvimento regional vem em seguida, com R$ 8,6 bilhões em emendas (18,3% do total). A economia figura em terceiro lugar na lista, com um total de R$ 7,2 bilhões (15,4% do total). Nessa última área, merece destaque uma emenda sugerida pela Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. Embora não classificada no tema da saúde, a sugestão tem forte interface com o combate à pandemia. Ela prevê R$ 4,8 bilhões para o fundo garantidor do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. Criado pela Lei 13.999, de 2020, o Pronampe pretende fortalecer os pequenos negócios, afetados pelas medidas restritivas de enfrentamento ao coronavírus.

O informativo das Consultorias de Orçamento do Senado e da Câmara também detalha as emendas para ações e serviços públicos de saúde (ASPS). Senadores, deputados e bancadas estaduais alocaram R$ 7,9 bilhões para essa finalidade. Consideradas impositivas, essas emendas têm execução obrigatória. Elas estão limitadas a 1,2% da Receita Corrente Líquida (RCL), no caso das individuais, e a 1% da RCL, no caso das de bancada.

As sugestões de despesa serão analisadas pelo Comitê de Exame da Admissibilidade de Emendas (CAE), órgão vinculado à Comissão Mista de Orçamento (CMO). O relatório do CAE deve ser apresentado até o dia 10 de março. Se forem consideradas admitidas, as emendas seguem para análise dos relatores setoriais, que vão decidir sobre o mérito de cada uma delas.

As informações são da Agência Senado.

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