
Abuso sexual no Bairro Guarujá: Vítima está gravida e marido, ao saber do crime, perseguiu acusado, que estava armado com faca
Segundo as informações, a mulher, que é gestante, estava trabalhando no comércio quando um homem teria entrado no endereço e pedido cigarro. ...
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Por Fábio Wronski
Na manhã de ontem, terça-feira (10), a Polícia Militar foi acionada até o Bairro Guarujá para atender uma ocorrência de abuso sexual.
Segundo as informações, a mulher, que é gestante, estava trabalhando no comércio quando um homem teria entrado no endereço e pedido cigarro.
Diante da negativa, o acusado continuou avançando em direção ao caixa, momento em que a vítima pensou estar sendo assaltada, entregando um celular ao homem.
O agressor teria se negado a pegar o aparelho, entretanto, acabou segurando a jovem contra a parede e ‘se esfregado’ contra a vítima.
Com o ato, o acusado arrebentou uma corrente que estava no pescoço da trabalhadora, causando alguns arranhões na região do peito e braços.
Enquanto a comerciante clamava por socorro, o indivíduo ficou com medo e colocou a vítima no chão, fugindo pelas proximidades.
Através das características: homem negro de estatura mediana, magro, com barba, tatuagem na região da sobrancelha, com camiseta de manga comprida de cor azul, calça preta e boné rosa, o marido da vítima teria iniciado buscas pelo acusado, quando o encontrou nas proximidades do Cemitério do Bairro Guarujá.
Durante a perseguição, o suspeito teria fugido por diversas ruas e adentrado em vários lotes, sendo que chegou a ficar frente a frente com o companheiro da vítima.
Neste momento, o acusado teria sacado uma faca da cintura e partido para cima do homem, que conseguiu se esquivar dos golpes.
O suspeito fugiu em direção ao Bairro XIV de Novembro, sendo que a Polícia Militar realizou buscas pelos Bairros Guarujá, XIV de Novembro, Quebec e Montreal, entretanto, não localizou suspeitos.
Foi oferecido atendimento médico à vítima, entretanto, ela recusou o socorro, afirmando que estava bem, apenas com alguns arranhões.
Denúncias do homem podem ser repassadas de forma anônima pelos telefones 190 e 197.
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