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Foto: Reprodução

Juiz da final expulsou 3 em 10min no sábado e tem histórico em jogos brasileiros

Loustau, de 45 anos, terá os também argentinos Ezequiel Brailovsky e Diego Bonfá como seus assistentes no Maracanã a partir das 17 horas do dia 30....

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Por Agência Estado

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O árbitro da final da Copa Libertadores entre Palmeiras e Santos, em 30 de janeiro, no Maracanã, possui larga experiência em partidas entre clubes e brasileiros e teve um trabalho bastante chamativo no último sábado. O argentino Patricio Loustau expulsou três jogadores em um período de apenas 10 minutos e ainda marcou dois pênaltis durante o triunfo do Vélez Sarsfield por 3 a 1 sobre o Rosario Central, pela Copa Diego Maradona, em San Juan.

Loustau, de 45 anos, terá os também argentinos Ezequiel Brailovsky e Diego Bonfá como seus assistentes no Maracanã a partir das 17 horas do dia 30. E Mauro Vigliano será o responsável pelo VAR.

Antes de ter a sua escalação definida para a primeira final internacional da sua carreira, Loustau marcou dois pênaltis para o Vélez, no último sábado, aos 8 minutos do primeiro tempo e aos 33 do segundo, o que provocou protestos de Kily González, técnico do Rosario, ao fim do jogo.

Mas o que mais chamou a atenção foram três cartões vermelhos aplicados, dos 33 aos 43 minutos do segundo tempo. Aos 33, Bottinelli, do Rosario, recebeu o segundo amarelo por tocar a bola com a mão na grande área, no segundo pênalti do jogo para o Vélez. Aos 39, aplicou o vermelho em Pablo Galdames, do Vélez, por falta em Vecchio. Já a última expulsão foi de Damian Martínez, do Rosario, que derrubou Lucas Orellano.

Loustau nasceu na cidade de Lomas de Zamora, na província de Buenos Aires, e chegou a passar pelas divisões de base do Racing, como zagueiro. Começou a apitar profissionalmente em 2000, tendo estreado na primeira divisão da argentina em 2009.

EXPERIÊNCIA COM BRASILEIROS – Nesta edição da Libertadores, Loustau já havia apitado uma partida entre clubes brasileiros, o triunfo do Grêmio por 1 a 0 sobre o Internacional, no Beira-Rio, pela fase de grupos.

E apitar confrontos entre clubes brasileiros é bastante comum na sua carreira. Foram 3 apenas na Libertadores de 2019, sendo uma delas no Maracanã: trabalhou nos 5 a 0 do Flamengo sobre o Grêmio nas semifinais. Além disso, foi o juiz do empate por 1 a 1 do time carioca com o Internacional nas quartas de final e, nessa mesma fase, no triunfo do Palmeiras por 1 a 0 sobre o Grêmio. Antes na fase de grupos, expulsou Gabigol na derrota do Flamengo para o Peñarol, também no palco da final da Libertadores.

Em 2017, Loustau esteve presente em dois jogos por torneios internacionais entre brasileiros. Grêmio 1 x 0 Botafogo, pelas quartas de final da Libertadores, e Flamengo 3 x 3 Fluminense, pelas quartas de final da Copa Sul-Americana, no Maracanã.

Já nas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018 foi o árbitro de dois jogos do Brasil: as vitórias por 4 a 1 sobre o Uruguai, em Montevidéu, e por 2 a 1 diante da Colômbia, em Manaus. E ainda trabalhou nas edições de 2016 e 2019 da Copa América, no triunfo do Chile por 2 a 1 sobre o Equador, na Fonte Nova.

PAI ÁRBITRO – Patricio Loustau também é filho de um ex-árbitro: Juan Carlos Loustau, que apitou a Copa do Mundo de 1990, tendo, inclusive, expulsado Rudi Völler e Frank Rijkaard no confronto entre a então Alemanha Ocidental e a Holanda. E, para o Brasil, ficou mais conhecido como árbitro dos 2 a 1 do São Paulo, de Telê Santana, sobre o Barcelona, de Cruyff, no Mundial Interclubes de 1992.

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