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Família pede ajuda após homem passar por saga em busca de atendimento médico

Sai ano, entra ano e famílias seguem enfrentando transtornos nas UPAs de Cascavel......

Publicado em

Por CGN

Enquanto para muitas pessoas a virada de ano marcou um recomeço, nessa madrugada, para outras o ano de 2021 começou da mesma forma que terminou o de 2020: enfrentando transtornos nas UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) de Cascavel.

É o caso da família de Tereza de Jesus do Nascimento, moradora do Bairro Cataratas.

O marido dela, José Leonardo Copeti, de 54 anos, enfrentou uma saga em busca de auxílio à saúde às vésperas do Natal, quando começou a sentir fortes dores nas costas.

Desde então, passou por idas e vindas em busca de atendimento, teve descartado por diagnóstico médico a Covid-19 e foi medicado com a receita de outro paciente.

Agora, está há seis dias internado na UPA Brasília, em meio pacientes suspeitos de estarem infectados pelo novo coronavírus. Isso mesmo depois de ter confirmado que sofre de um derrame pleural, que é o excesso de água no pulmão.

Já clicado para um hospital de referência, para realizar o procedimento confirmado por meio de radiografia, José agora aguarda o resultado de um exame de Covid-19.

O medo da família é que agora possa dar positivo, o que poderia agravar ainda mais o caso clínico de um paciente com os pulmões debilitados. O problema é que o resultado deve demorar alguns dias ainda para sair.

O pedido é que a transferência seja feita o mais rápido possível, para que o procedimento seja feito o quanto antes, porque quanto mais tempo ele esperar, pior ele pode ficar e, nas palavras de Tereza, ‘talvez nem dê para fazer mais nada quando conseguir uma vaga’.

Atualização

A Secretaria de Saúde de Cascavel entrou em contato com a redação da CGN e a mensagem foi encaminhada aos familiares do paciente internado. A secretaria diz, dentre outros, que “desde o inicio da pandemia, pacientes suspeitos e/ou confirmados ficam na mesma ala, separados dos NÃO suspeitos”. Também solicitou informações sobre os profissionais que realizaram os atendimentos e questionou se os familiares do paciente já oficializaram a denúncia na Ouvidoria do Município.

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