Maílson da Nóbrega: vacina trará novas perspectivas para o crescimento mundial

Ele participa neste momento de uma live sob o tema “Desafios e Perspectivas da Economia para 2021”, organizada pelo Banco Safra. Maílson está sendo entrevistado pelo...

Publicado em

Por Agência Estado

A disponibilidade da vacina contra a Covid-19 trará novas perspectivas para o crescimento mundial em 2021 e isso acabará por beneficiar o Brasil também, disse o ex-ministro da Fazenda e sócio fundador da Tendências Consultoria Integrada, Maílson da Nóbrega, nesta quarta-feira, 16.

Ele participa neste momento de uma live sob o tema “Desafios e Perspectivas da Economia para 2021”, organizada pelo Banco Safra. Maílson está sendo entrevistado pelo diretor do Safra para Estratégia Econômica e Relações com Mercados, Joaquim Levy.

Mailson citou fala do presidente da República, Jair Bolsonaro (Sem Partido), segundo a qual em 18 meses a população brasileira estará quase toda vacinada contra o coronavírus, o que vai contribuir para o crescimento da economia, no mundo e também no Brasil.

Além da vacina, o ex-ministro acrescenta no pacote de boas notícias e fatores favoráveis ao crescimento mundial a eleição do democrata Joe Biden, que deve levar a um relacionamento mundial com mais previsibilidade. Não quer dizer com isso, de acordo com Maílson, que a China vai ter sua vida facilitada, dado que para o povo americano a China é um grande inimigo.

Contudo, segundo Maílson, o Brasil continuará em 2021 com baixo crescimento. Ele cita projeção da Tendências para o crescimento do PIB brasileiro em 2021, de 3%, mas beneficiado por um carregamento estatístico muito grande de 2020.

Para ele, alguns setores vão operar acima do patamar de ferreiro como parte da indústria e varejo já mostram, mas não acompanhados pelos serviços. “Só com a vacina estes três grandes setores vão operar de forma sincronizada”, disse o ex-ministro.

Riscos para 2021

O risco para a economia brasileira no ano que vem, de acordo com Maílson, continuará sendo o fiscal. Ele lembra que a margem para gastos discricionários do governo, antes das recentes derrotas sofridas pelo governo no Congresso, era de R$ 92 bilhões e que tende a ser menor.

“Estamos imaginando que será muito difícil cumprir o teto de gastos no a i que vem. O que poderá assegurar o cumprimento do teto dos gastos no ano que vem será a aprovação da PEC Emergencial”, disse.

Maílson disse também não apostar na aprovação da reforma administrativa para 2021 até por entender que há reformas mais importantes a seres aprovadas. Entre elas ele cita a tributária.

Veja Mais

Whatsapp CGN 9.9969-4530 - Canal direto com nossa redação

Envie sua solicitação que uma equipe nossa irá atender você.


Participe do nosso grupo no Whatsapp

ou

Participe do nosso canal no Telegram

Sair da versão mobile
agora
Plantão CGN
X