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Após questionamentos da população, prefeitura presta esclarecimentos sobre o Hospital de Campanha

A nota foi emitida na manhã desta sexta-feira sob cuidados do secretário de saúde...

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Por Paulo Eduardo

Devido ao grande número de dúvidas e questionamentos da população sobre o Hospital de Campanha, informamos que:

1. O Hospital de Campanha foi estruturado no primeiro momento da pandemia, ainda em março, para servir de alternativa como centro de triagem, leitos de enfermaria, e em último caso, com a improvisação de alguns leitos de UTI, naquele período em que a estrutura para atendimento COVID ainda não tinha sido fortemente ampliada, as unidades de saúde estavam na sua maior parte fechadas, o Hospital de Retaguarda encontravam-se em funcionamento parcial pois também abrigava a UPA Brasília, e a estávamos com a reforma da nova UPA Brasília em andamento;

2. A estrutura dos box, iluminação e encanamentos foi toda custeada/doada por recursos privados, os equipamentos utilizados são aqueles que hoje estão todos sendo utilizados no Hospital de Retaguarda e na nova UPA Brasília, e os profissionais eram das unidades de saúde que estavam fechadas, que hoje encontram-se todas abertas e em funcionamento.

3. Nesse momento, em que já ocorreu a ampliação de 172 leitos de UTI na região Macro Oeste, sendo 46 em Cascavel, com todas as unidades de saúde abertas, inclusive com 3 unidades de referência como centro de triagem das 07h às 22h, além do ambulatório no HR das 07h às 19h, e ainda, com o pleno funcionamento do Hospital de Retaguarda e da nova UPA Brasília, NÃO existem equipamentos ou profissionais para uma estrutura de hospital de campanha.

4. O município NUNCA recebeu recursos para a montagem de um Hospital de Campanha, os recursos para o enfrentamento a COVID-19 oriundas do Governo Federal e Estadual foram aplicados basicamente na compra de EPI´s, medicamentos, insumos médicohospitalares, testes RT-PCR, e folha de pagamento dos servidores, conforme informações que podem ser acessadas no Portal de Transparência da Prefeitura.

5. O município continua envidando esforços junto ao Estado na tentativa de alternativas para a abertura de mais leitos de UTI, com possibilidade de abertura na próxima semana de 08 leitos de UTI no HUOP e 14 leitos de UTI no Hospital Beneficente Moacir Micheletto, mas a contratação de novos profissionais na área de saúde tem se tornado um grande empecilho.

6. No atual contexto, a abertura de leitos de UTI em nada adiantará se a população não tiver consciência do seu papel e responsabilidades, pois chegará um momento nesse ritmo, que não teremos mais nenhuma opção de estruturação ou mesmo de profissionais a disposição, devido ao esgotamento físico e mental de todos.

Assessoria

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