• Maycon Corazza
  • CGN

14 Junho 2018 | 08h15min

Por volta das 08h desta quinta-feira, o cenário em frente ao Fórum da Justiça Federal de Cascavel mudou completamente. Viaturas da Polícia Federal começaram a chegar e de dentro delas saíram homens fortemente armados.

Os policiais, integrantes do Grupo de Pronta Intervenção (GPI), se posicionaram de forma estratégica na área do prédio público, onde ocorrem audiências relacionadas com o assassinato da agente penitenciária federal Melissa Almeida, sendo a autoria atribuída ao PCC (Primeiro Comando da Capital).

O uso do GPI demonstra que há alto risco, tendo em vista que esse grupo só é usado em situações graves. A Cettrans deu apoio interrompendo faixa da Avenida Tancredo Neves.

Serão ouvidas testemunhas hoje e amanhã desse caso. O processo corre em segredo de justiça por tratar-se de crime praticado por organização criminosa.

Segundo a Justiça, são cinco os réus. Ao todo serão ouvidas 26 testemunhas no primeiro dia, nove testemunhas e os réus no segundo dia.

O processo ainda está na fase de instrução e de eventual pronúncia.

Melissa atuava como psicóloga na Penitenciária Federal de Catanduvas e foi morta quando chegava em casa, no Bairro Canadá.

Ela chegava em casa com o filho bebê e o marido, o policial civil Rogério Ferrarezzi que reagiu e também foi baleado, sobrevivendo.

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